Notícias


10/07/2018

A implantação do gramado, além de agradável composição para a paisagem, é espaço para esporte e lazer

Aparentemente, foi durante a Idade Média que as gramíneas aparadas tornaram-se populares para uso em jardins, áreas de piquenique e espaços esportivos. No princípio, eram intensamente pisoteadas para serem mantidas baixas. Só mais tarde é que se descobriu que a foice podia ser usada para essa finalidade, com a vantagem de permitir uma maior uniformidade.

Os gramados atuais estão bem longe de seus antecessores dos tempos medievais. Hoje, são densos e uniformemente compostos, resistentes às pragas e doenças, tolerantes a altas e baixas temperaturas e até conseguem competir e ganhar a briga contra as ervas daninhas e outras pragas. Tudo isso é fruto de uma série de pesquisas, em busca do desenvolvimento de híbridos e novas variedades especiais. Algumas altamente sofisticadas e para usos muito específicos como, por exemplo, as gramas para “greens” dos campos de golfe.


Por isso, é cada vez mais intenso o comércio de gramas no mundo inteiro, seja por meio de sementes, placas, tapetes ou a última novidade, os “plugs”, processo de propagação vegetal de gramas, que tem facilitado a vida de muita gente.

Seja como for, para alguns, o gramado é uma agradável composição para uma paisagem, seja ela doméstica ou não. Ele se vincula ao ambiente que o rodeia, compondo uma espécie de pano de fundo que integra o conjunto. De fato, as cores das flores parecem mais vivas quando circundadas pelo verde de um gramado, que também tem a propriedade de “clarear” e abrandar os espaços entre as árvores e arbustos de um jardim. Outros imaginam o gramado como uma sala de visitas ao ar livre. Um lugar para as brincadeiras das crianças, piqueniques da família, banhos de sol, leitura e até como um tapete macio, para gostosos cochilos à sombra de uma árvore, além do seu uso para a prática dos mais variados tipos de esportes.

 

Felizmente, existem técnicas especiais para se produzir e manter um gramado em boas condições. Com o objetivo de disseminar o conhecimento sobre as informações necessárias para se produzir, com qualidade, as variedades Batatais, São Carlos, Esmeralda, Santo Agostinho, Bermudas e Zoysia, o CPT – Centro de Produções Técnicas, elaborou o curso “Cultivo de Gramas e Implantação  de Gramados” no qual você estará recebendo informações do professor Cláudio Coelho de Paula, botânico do Departamento de Biologia Vegetal da Universidade Federal de Viçosa.  

Após fazer o curso e ser aprovado na avaliação, o aluno recebe um certificado de conclusão emitido pela UOV – Universidade On Line de Viçosa, filiada e mantenedora da ABED – Associação Brasileira de Educação a Distância.

Talvez seja a cor pacificante, ou a textura uniforme, que conduz as pessoas a terem uma atração especial pelos gramados. De uma forma ou de outra, isso só será verdade se eles se apresentarem uniformes e verdinhos. Gramados mal-cuidados são um quadro triste de se olhar. Passam imediatamente uma sensação de desmazelo e abandono.


Fonte: www.cpt.com.br/cursos-jardinagem

...


10/07/2018

Como combater pragas no jardim?

Você sabia que muitos problemas e pragas nos jardins dos condomínios podem ser combatidos com alguns inseticidas naturais? O ideal é sempre consultar um profissional, porque os defensivos agrícolas em geral são muito sérios.

aplicação pode matar alguns insetos benéficos como as joaninhas e alguns pulgões, ou até mesmo matar as plantas. 

Para se livrar dos problemas comuns em jardins, como formigasdoenças, grama amarelada, cochinilhas etc., deve ser feita uma pulverização preventiva periodicamente contra fungos e pragas, utilizando sempre produtos de baixa toxicidade para evitar problemas de intoxicação de funcionários e moradores.

  • Reformas e projetos dos jardins
  • Dicas de manutenção dos jardins
  • Conheça as espécies de plantas mais adequadas para o seu condomínio
  • Poda de árvores: saiba quando e como fazer

A paisagista dá algumas dicas rápidas e objetivas de prevenção e combate:

Problema no jardimComo prevenirComo combater
Grama amareladaUsa-se água ou adubação; no inverno recobrir o gramado com matéria orgânicaCom água ou adubação; em casos mais graves é necessária a substituição de trechos ou do total do gramado
FormigasUtilizar formicida específicoCom formicida específico
Cochinilhas (praga que produz manchas brancas em folhas)Pulverizar (ver receitas abaixo)Com óleo mineral (óleo de Neen)

Para combater problemas simples sem usar produtos industrializados mais agressivos, há algumas receitas e soluções mais comuns para o dia-a-dia, utilizando práticas da agricultura orgânica:

Para diluir e fixar remédios: Solução Adesiva

100 gramas de sabão de coco (½ barra) e 2,5 litros de água.

Pique o sabão de coco em pedaços pequenos e coloque em uma panela juntamente com a água. Leve ao fogo, mexendo sempre, até que o sabão esteja completamente dissolvido. Espere esfriar e guarde em recipiente fechado. Esta solução por si só não é capaz de controlar os problemas, ela tem a função de diluir, espalhar e fixar os remédios sobre as plantas. Use-a misturando bem com outras fórmulas, momentos antes das pulverizações.

Contra pragas e lagartas: Calda de Fumo

50 gramas de fumo em corda (cerca de 8 cm) e 1 litro de água.

Pique o fumo em pedaços miúdos e coloque em uma panela juntamente com a água. Ferva a mistura por 25 minutos, acrescente a solução adesiva, mexa bem, tampe a panela e espere esfriar.

Coe e pulverize sobre as plantas no mesmo dia, pois o princípio ativo é muito volátil. Utilize luvas e máscara ao trabalhar com o fumo, pois ele é tóxico. Ao aplicar sobre frutas e verduras, respeite um período de dez dias de carência antes da colheita e lave-os muito bem antes de consumir. Indicada contra cochinilhas, pulgões, lagartas, etc.

Contra pragas e doenças em geral: Calda Bordalesa

  • Ingredientes: 80 gramas de sulfato de cobre (7 colheres de sopa), 80 gramas de cal virgem (7 colheres de sopa), 10 litros de água, 1 balde de plástico, 1 panela, 1 pano de algodão e um arame. 
  • Como fazer: Pulverize o sulfato de cobre e coloque-o no pano, como um sachê. Amarre o pano com o arame e pendure o sachê dentro do balde de plástico com 8 litros de água, de forma que ele não toque o fundo do recipiente, reserve. Faça o leite de cal, colocando cal virgem na panela e acrescentando lentamente 2 litros de água, mexendo até a completa dissolução. Esta mistura esquenta muito e pode queimar. Aguarde 24 horas para misturar as soluções. 
  • Verifique o pH da calda, mergulhando uma lâmina de ferro na solução. Se ela enferrujar na superfície em poucos minutos a solução está muito ácida e deve-se acrescentar mais leite de cal. Teste a calda até que o pH esteja neutro e ela não enferruje mais a lâmina. Se a solução estiver ácida, pode queimar as folhas. 
  • Aplique a calda bordalesa no mesmo dia, sem diluir.

Utilize sempre equipamentos de proteção individual ao fazer e aplicar as caldas descritas. Não aplique em dias chuvosos, nem sob sol muito quente. Evite aplicar os produtos durante as florações, pois eles podem prejudicar seriamente a frutificação.

Você encontra os ingredientes da calda bordalesa em lojas de produtos agropecuários, já o fumo em corda é facilmente encontrado em floras, lojas de artigos religiosos e mercados municipais.

Estas são as receitas clássicas, utilizadas na agricultura orgânica, no entanto existem ainda muitas receitas alternativas e naturais para o controle de pragas e doenças.


Fonte: www.sindiconet.com.br

...


10/07/2018

PODAS | 08 dicas básicas

É possível operar maravilhas nas plantas através de boas técnicas de poda. O crescimento vegetal, tanto radial quanto vertical, é determinado pela concentração de hormônios de crescimento (auxina) nos ápices dos ramos, por isso, ao cortarmos a ponta dos galhos cortamos também o suprimento de hormônios daquela região. A planta então irá direcionar o crescimento para outros ramos, onde o hormônio de crescimento está abundante.

Através da poda seletiva podemos criar uma planta com a altura e diâmetro de nosso interesse, ou mesmo potencializar a produção de flores ou frutos.

1.  Quando podar os primeiros ramos

O momento ideal para as primeiras podas é diferente para cada espécie de planta, é preciso observá-la. A maior parte das plantas arbustivas, por exemplo, pode ser podada a partir do surgimento do quarto ou quinto par de ramos laterais. Corte os ramos mais baixos e não produtivos primeiro. Não há nada de errado em mantê-los na planta, mas quando chega a hora da floração estes ramos não produzirão muito, então pode-se eliminá-los desde o início. Este pequeno exercício também permite que a planta concentre mais energia nos ramos mais altos, que são mais produtivos.

 

2. Higiene e precisão

Utilize sempre instrumentos de corte limpos e afiados. Lâminas sujas ou enferrujadas podem ser vetores de contaminação para a planta, principalmente por que entrarão em contato com os tecidos condutores no interior da planta no momento do corte. É importante também que as tesouras de poda estejam bem afiadas, pois lâminas cegas maceram os tecidos da planta, o que dificulta a cicatrização.

 

Faça cortes em ângulos de 45º, assim evita-se que excesso de umidade fique acumulado no corte, o que pode favorecer o surgimento de pragas. Evite utilizar a mesma tesoura de poda em jardins outdoor e indoor. Por vezes é imperceptível, mas as pragas podem ser espalhadas para suas plantas indoor, trazidas ocultamente nas tesouras de poda. Esporos de fungos são os mais comuns.
 

3. Seja cuidadoso

Especialmente ao podar plantas jovens é importante tomar muito cuidado. Os ramos ainda estão crescendo como um todo e um corte no lugar errado pode arruinar com sua planta. Nunca use ferramentas de lâmina serrilhada, como facas ou serras, a não ser, é claro, se você for podar uma árvore. Evite arrancar os ramos com as mãos, pois isso cria zonas de avaria em uma região muito maior do caule em comparação à area de corte. Quanto mais tecidos internos ficarem expostos maior será a chance de contaminação por pragas.

 

4. Dê atenção às folhas

Ramos e folhas basais podem ser removidos como primeira poda.

Remova todas as folhas mortas ou moribundas. À medida que a planta cresce, as folhas dos ramos mais altos começam a sombrear as folhas baixas que, por não receberem luz suficiente, acabam amarelando e morrendo. Para a planta, cortar essas folhas tem o mesmo efeito que cortar nossas unhas. Mas deixe as folhas superiores em paz, elas irão se beneficiar da supressão das folhas velhas e baixas e crescerão com mais vigor.

 

5. Mantenha altura de sua planta de acordo com o espaço disponível

Em cultivo indoor é bem provável que exista limitações de espaço, tanto vertical quanto horizontal, a não ser que o cultivador disponha de um cômodo inteiro para o jardim. Aplicar as técnicas de poda certamente pode contornar a falta de espaço e mesmo assim proporcionar uma colheita farta. Por outro lado, se as plantas estiverem ao ar livre, a falta de espaço não será um problema, mas o excesso de crescimento do vegetal é que pode atrapalhar. Plantas maiores são obviamente mais imponentes e chamativas do que plantas menores, e elas podem causar transtornos quando invadem o espaço alheio.

 

6. Podas de cobertura – Redirecionando o crescimento da planta

Pode parecer contra-intuitivo cortar o ramo mais alto da planta, o ramo apical, mas essa técnica pode realmente favorecer em muito a produção de nos ramos mais baixos e resultar em uma colheita final mais abundante. Os ramos superiores no topo do crescimento do vegetal possuem compostos bioquímicos que restringem o crescimento dos ramos mais baixos, devido ao comportamento natural da planta em crescer em direção à luz. Quando cortamos a ponta do ramo superior, a planta redireciona os hormônios de crescimento para os ramos laterais mais baixos, fazendo o mesmo com o suprimento de água e nutrientes, resultando em um rápido desenvolvimento desses ramos. A técnica de poda de cobertura pode ser a próxima poda após a retirada dos primeiros ramos jovens. Ela contribui para que o cultivador inicie o processo de formatação da planta conforme sua necessidade e espaço disponível.

 

7. Permita o tempo de recuperação da planta após a poda

A poda de cobertura geralmente coincide com o período de início da floração, de acordo com o ciclo da planta. Muitos cultivadores iniciam os preparativos para a floração logo após a poda, mas é preciso dar tempo à planta. O corte dos ramos superiores ao final da fase vegetativa não é o mesmo que cortar alguns brotos ou pequenos ramos na planta jovem. A planta levará alguns dias para realocar os nutrientes e hormônios para os ramos laterais, cerca de 4 a 5 dias. Fique atento às regas nessa fase, pois a água é o meio de transporte dos nutrientes e hormônios pelo interior da planta, e por isso é imprescindível que ela não falte. Após 5 dias pode-se iniciar as mudanças necessárias para a floração, como troca de lâmpadas e fotoperíodo.

 

 8. Não faça podas durante a floração.

Uma vez que a planta começa a florir, será uma péssima ideia podá-la. Apenas as folhas velhas devem ser retiradas nessa fase. Durante a floração a planta está direcionando toda sua energia na produção das flores, já que esta é sua forma de reprodução e, como todo ser vivo, as plantas, “querem” se reproduzir e deixar seus descendentes. Por isso, e para nossa alegria, elas investem alto nas flores. Alguns cultivadores acreditam que submeter a planta ao estresse pode forçá-la a crescer mais rápido, mas teoricamente isso não é verdade, pelos motivos já mencionados. Portanto, deixe as plantas em paz na hora da floração e certamente você será recompensado por isso.

 Bons cultivos!


Fonte: http://www.greenpower.net.br

...


29/06/2018

Cultivar um jardim faz muito bem à saúde!

Criar algo realmente bonito com as mãos, fazendo um belo jardim ou uma horta cheia de frutas e verduras, é um dos resultados da jardinagem. Mas a atividade também traz benefícios à saúde de quem mexe com a terra.

No meio da correria do mundo moderno, parar por um momento e entrar em contado com as plantas permite que as pessoas voltem a um estado primitivo que foi abandonado nas grandes cidades.


Trabalhar em um jardim alivia o estresse do cotidiano e até melhora o humor. E se você resolver plantar verduras e legumes ainda pode ter alimentos mais saudáveis e frescos a sua disposição. Confira abaixo algumas das maneiras que a jardinagem pode nos ajudar fisicamente e mentalmente e como trazer esses benefícios pra você e sua família.


Alívio do estresse:

Um recente estudo mostrou que a jardinagem pode ser mais relaxante do que várias outras formas de lazer. Dois grupos de pessoas que estavam estressadas foram separados nas seguintes atividades: leitura em ambientes fechados ou jardinagem, por 30 minutos. Ao final do estudo, o grupo que ficou no jardim estava com o humor melhor em relação a quem passou o tempo lendo.

Vivemos em uma sociedade em que sempre devemos estar ligados e prestando o máximo de atenção em tudo a nossa volta, seja em celulares ou emails. Mas essa capacidade de vigilância tem limite e pode gerar a fadiga de atenção, que vem acompanhada de mau humor, irritação e estresse.

A fadiga felizmente é reversível, e uma das maneiras de fazer isso é com a jardinagem, pois é um momento em que não precisamos nos esforçar para prestar atenção: esse processo é praticamente involuntário. Ou seja, trocar seu celular por plantas é uma ótima forma de acabar com o estresse e com a fadiga.


Melhor saúde mental:

A atenção sem esforço da jardinagem pode melhorar a saúde mental e evitar os sintomas da depressão.

Em um estudo realizado na Noruega, pessoas diagnosticadas com depressão, mau humor persistente ou transtorno bipolar passaram seis horas por semana cultivando flores e legumes. Após três meses, a melhora em todos os participantes era visível e o bom humor continuou mesmo três meses depois que o programa de jardinagem acabou.

Os especialistas sugerem que a jardinagem tenha força suficiente para fazer com que as pessoas encontrem saídas para as turbulências. Mas alguns cientistas têm uma teoria mais radical (e estranha) de como a jardinagem pode acabar com a depressão.

Camundongos foram injetados com bactérias inofensivas comumente encontradas no solo, e foi descoberto que elas aumentam a liberação de serotonina no organismo pelas partes do cérebro que controlam a função cognitiva e o humor – assim como as drogas antidepressivas fazem.

Ok, fazer sujeira com a terra pode não fazer o mesmo efeito que tomar Prozac, mas especialistas sugerem que a falta das velhas companheiras bactérias em nosso ambiente tem alterado nosso sistema imunológico. Encontrá-las novamente em contato com a terra pode reverter o quadro e diminuir problemas psicológicos.


Exercício:

Mexer com plantas não pode ser comparado com puxar ferro, e ao menos que você esteja transportando carrinhos de mão cheios de terra todos os dias, provavelmente a jardinagem não vai fazer muito por seu condicionamento cardiovascular. Mas cavar, plantar, capinar e repetir outras tarefas que requerem força e alongamento é uma excelente forma de exercício de baixo impacto.

Por isso, a jardinagem é uma atividade que pode ser feita por idosos, pessoas com deficiência e até por quem sofre de dores crônicas. Além disso, a jardinagem permite que você tenha contato com ar puro e sol, o que faz com que seu sangue se movimente melhor.


Saúde cerebral:

Algumas pesquisas sugerem que a atividade física associada com a jardinagem pode ajudar a reduzir o risco de desenvolver demência. De acordo com os estudos, a combinação de atividade física e mental envolvidas na jardinagem pode ter uma influência positiva sobre a mente.

Para pessoas que já estão sofrendo com transtornos mentais, como o Alzheimer, apenas andar por um jardim já é terapêutico. As paisagens, cheiros e sons que existem no ambiente natural promovem o relaxamento.


Nutrição:

O alimento que você mesmo planta é o mais fresco que você pode comer. E é ainda mais delicioso comer algo que você mesmo cultivou. Pensando nisso, por que não fazer uma horta cheia de frutas e vegetais? Além de ser um exercício divertido, a tendência é que quem plante os próprios alimentos se alimente de forma mais saudável.

Esse também é um bom incentivo para as crianças comerem mais verduras e menos alimentos artificiais. Estudos de programas de jardinagem em escolas sugerem que as crianças que mexem com jardins são mais propensas a comer frutas e legumes. E elas são muito mais aventureiras na hora de experimentar novos alimentos. Muitas comem alimentos verdes com sabor forte, como rúcula, sem medo.


Como começar?

Você não precisa de um grande jardim para se beneficiar com a jardinagem. Se você tem pouco espaço, vale plantar até em pequenos recipientes, como vasos e baldes, desde que estejam limpos e tenham buracos na parte inferior.

Existem inúmeras dicas de jardinagem em livros e na internet. Outra maneira de aprender novas formas de cuidar de plantas é conversando com aquele vizinho que tem uma horta ou que goste de cultivar um bonito jardim. A maioria vai gostar de compartilhar as habilidades, e essa é uma maneira agradável de começar a por as mãos na terra.

...


08/06/2018

Adubos caseiros para seu jardim: 2 tipos eficientes!

Nossa dica especial de hoje é para quem possui um jardim caseiro, e quer dar mais vida e disposição para todas as suas plantinhas. Separamos neste artigo algumas dicas muito úteis para produção de adubo natural caseiro, que pode ser obtido com o uso de cascas de frutas e legumes, que possuem vitaminas e sais minerais muito importantes para saúde das plantas.

Outra dica bem especial é nossa receita de farinha feita com casca de ovo, que é rica em sais minerais, que ajudam no crescimento e fortalecimento das plantas de todos os tamanhos. Vamos conferi-las:


Casca de frutas e legumes para adubar seu jardim


Uma boa dica para adubar seu jardim caseiro é o uso de cascas de banana cortada em pequenos pedaços. Elas são ricas em fósforo e potássio, que são muito nutritivas para as plantas.

Outras cascas, como a da cenoura, do chuchu, da batata, da abóbora, dentre outras leguminosas, também são uma ótima opção para adubar seu jardim. E os legumes são ótimas fontes de vitamina para as plantinhas, além de deixá-las muito mais bonitas e viçosas.

 


Hidratação com água das flores e do cozimento


E quem ganha flores no final de semana, e as coloca em jarros, também pode se beneficiar de sua água após as flores murcharem. Esta água vai acumulando os nutrientes das flores, que você pode utilizar para regar as plantinhas de seu jardim.

Você também pode utilizar a água do cozimento dos legumes para regar suas plantinhas, desde que nela você não tenha colocado sal, óleo ou temperos. Esta água absorve muitos nutrientes e minerais liberados pelos alimentos na hora do cozimento, e que podem beneficiar seu jardim caseiro.

 

Farinha de casca de ovo


Outro adubo caseiro muito bom para todos os tipos de plantas do seu jardim é o uso da farinha feita com casca de ovo, que é rica em nutrientes e minerais indispensáveis para o bom crescimento das plantinhas.

 

E para fazer a farinha de casca de ovo em casa você deve primeiro colocá-las para secar na sombra, pois o sol pode fazer com que o nitrogênio das cascas seja perdido com o calor em excesso. Faça isso logo após o consumo, para evitar o mau cheiro.

 

Depois que as cascas estiverem secas, você pode guardá-las em um saco de pão. Serão necessários pelo menos 12 ovos para produção de sua farinha caseira.

 

Quando tiver juntado muitas cascas de ovos, amasse-as com cuidado dentro do saco de pão, para que os pedaços fiquem menores. Agora é só colocar as cascas de ovos em um liquidificador e bater até que você obtenha um pó fino, que é muito mais fácil de ser absorvido pela terra de seu jardim. Esta farinha com casca de ovo pode ser armazenada em um pote de vidro com tampa, e armazenada em um local fresco.

 

E para aplicar no seu jardim, basta uma colher de café em vasos pequenos, e duas ou três nos vasos maiores, que já é suficiente para beneficiar suas plantas. E a adubação pode ser repetida a cada 40 dias, caso seu jardim ainda necessite de uma boa adubação.

Aprendeu como fazer um bom adubo caseiro?

...


06/06/2018

Como plantar estrelícia

Ave-do-paraíso é o nome popular mais comum para a estrelícia (Strelitzia reginae), planta de aparência exótica e cores vivas muito apreciada para ornamentação de ambientes. Tem apelo comercial que assegura as vendas como flor de corte, para realização de arranjos decorativos para salas residenciais, escritórios, salões de festas, entre outros locais.

A estrelícia também é bastante requisitada para cultivo em jardins por suas touceiras exuberantes a pleno sol. Resistente ao vento, pode ser plantada para embelezar frentes de casas, prédios e estabelecimentos diversos, além de praças e parques. É uma boa escolha para seguir o contorno das beiradas de caminhos em entradas de sítios e chácaras.

 

Quando bem formada, uma única touceira tem capacidade para produzir até 20 hastes florais por ano. Mas as flores vistosas e de qualidade nascem apenas após o quarto ano de plantio. Para não atrasar o desenvolvimento das estrelícias e contar apenas com hastes firmes, agricultores experientes descartam as que surgem nos primeiros quatro anos de vida.

Pertencente à família Strelitziaceae, a estrelícia é uma espécie subtropical que atinge até 1 metro de altura. Sensível à variação da temperatura, apresenta maior tendência de crescimento nas épocas mais quentes, especialmente em uma faixa que vai de 22 ºC a 25 ºC.

Na extremidade da haste, as inflorescências surgem a partir de uma folha modificada (bráctea) de tom avermelhado. Ela envolve as flores, que são compostas por quatro pétalas grandes em forma de seta, sendo duas de cor alaranjada e duas azuis, que se abrem sucessivamente. Ao serem polinizadas por pássaros e insetos, geram frutos secos, duros e cheios de sementes envolvidas por uma camada carnosa alaranjada coberta por uma capa protetora negra.

Possui caule rizomatoso e envolvido por uma grande bainha na base do pecíolo. As folhas são coriáceas e elípticas, de coloração verde-escuro na face superior e verde-acinzentado na parte inferior, com pecíolos longos.

Devido à beleza e ao formato curioso, a estrelícia, originária da África do Sul, espalhou-se rapidamente pelo mundo logo que foi introduzida no continente europeu, em 1770. No entanto, foi a partir de 1900 que o cultivo da planta ornamental passou a ser difundido, atingindo uma escala mais volumosa de produção.

Foi na Inglaterra que a flor recebeu sua identificação Strelitzia reginae no meio científico. O nome foi uma homenagem dada à rainha Carlota Sofia, esposa do rei inglês George III e descendente de Mecklenburg-Strelitz, um pequeno ducado no norte da Alemanha.

Mãos à obra

>>> INÍCIO A principal variedade comercial de estrelícia para flor de corte é a Strelitzia reginae. Para uso como planta de jardim, as opções por aqui são as de porte alto S. nicolai, S. angusta e o resultado do cruzamento entre as duas, a S. Kewensis.

>>> PROPAGAÇÃO Se por sementes, é necessário quebrar a capa que as envolve dando um banho em ácido sulfúrico por um período de cinco a dez minutos. Em seguida, lave-as em água corrente e faça a semeadura em canteiros com substrato leve e rico em matéria orgânica. Em boas condições, germinam em 20 a 30 dias. Apesar de levarem de quatro a seis anos para a produção de hastes de 1 metro de comprimento, as plantas podem durar de 20 a 25 anos. A propagação por divisão de touceiras (rizomas) tem a vantagem de produzir mais precocemente. Mais recente, outro método é o cultivo in vitro, que demanda domínio da técnica e laboratório especializado.

>>> AMBIENTE A estrelícia desenvolve-se bem em regiões com clima subtropical. Exige insolação plena pelo menos durante metade do dia. Sombreamento, somente se for leve, não devendo passar de 30%. Gosta de umidade relativa do ar a 70% e tem tolerância a geadas não intensas.

>>> PLANTIO Deve ser em solo profundo, ligeiramente ácido e rico em matéria orgânica e com bom suprimento de água, mas não encharcado. Prepare bem a terra, eliminando os torrões. Evite áreas com declividade, pois a planta não faz uma boa cobertura de solo.

>>> ESPAÇAMENTO São indicadas medidas de 1 metro entre plantas e 2 metros entre linhas. Nas covas, coloque 10 litros de esterco bem curtido. Como alternativa, recomenda-se a adição de 300 gramas de fertilizante com formulação 4:14:8 por cova no início da primavera e outra no verão. Também é opção o uso mensal de fertilizantes nitrogenados (sulfato de amônia) em porções de 10 gramas por touceira. As doses ou a frequência de adubação, contudo, devem ser feitas por recomendação técnica segundo a análise de solo.

>>> IRRIGAÇÃO Indicada para manutenção do solo úmido, mas sem que ocorra encharcamento. Durante o verão, realize duas irrigações por semana. O uso de cobertura morta ajuda a reduzir a evaporação de água e mantém a umidade e a temperatura do solo.

>>> CUIDADOS Assegure a sanidade das mudas, o bom preparo do solo e as pulverizações com inseticidas e fungicidas para manter a planta produtiva caso ocorra incidência severa de pragas ou doenças.

>>> PRODUÇÃO Quando a primeira flor abrir, a estrelícia chegou ao ponto de colheita. Por ser quebradiça, é importante ter cuidado no manuseio. As hastes florais são colhidas com tesoura de poda ou faca limpa e afiada. Em média, a cada dois dias surge uma nova flor. Pode ser armazenada em câmara fria, com temperatura em torno de 10 ºC, por até dez dias.

Raio X

Solo: profundo, levemente ácido e rico em matéria orgânica

Clima: prefere temperaturas entre 22 ºC e 25 ºC

Área mínima: pode ser plantada em vaso

Colheita: inicia-se assim que abrir a primeira flor

...


21/05/2018

O uso da madeira no jardim

A madeira é um material de notável versatilidade usada nas construções, desde sua estrutura até ao telhado. Mas, e no jardim? Como usa-la?

 

Podemos usar madeiras velhas de demolição em conjuntos de bancos de varanda e jardim. Na criação de caminhos originais usamos dormentes de trilhos ferroviários. Estes, quanto mais marcados pelo tempo, mais perfeitos hão de ficar.

 

Dos antigos postes de luz, das suas cruzetas, fazem-se “cachepots”, vasos, bancos e painéis para jardins verticais. São encontradas em lojas especializadas ou nos interiores do país.

 

Além das peças antigas, as madeiras novas terão sempre o seu lugar. Do ipê e da teca fazem-se pergolados, decks e móveis. Essas madeiras são resistentes às intempéries.

 

A vantagem da teca sobre o ipê é que aquela provém de reflorestamentos, com selo de certificação florestal pelo Conselho de Manejo Florestal (Forest Stewardship Council – FSC) enquanto o ipê, não raramente, é proveniente de extração ilegal. Ao comprar madeiras deve-se ficar atento a esta questão da certificação!

 

A madeira do eucalipto é proveniente de reflorestamento, e, portanto também certificada. Quando recebe tratamento químico e térmico pode ser usada em cercas, casinhas na árvore, parques infantis entre outras aplicações.

 

Um dos mais simples usos da madeira é como protetor de solo e acabamento de canteiros. Neste caso são usadas cascas de madeira, geralmente de eucalipto.

 

Contudo, quando se se planeja usar madeira no jardim, leve em conta o trabalho na manutenção que este material demanda. Seja madeira nova ou usada, ela deve ser protegida para evitar a rápida deterioração.

 

As madeiras que ficam expostas ao tempo precisam ser tratadas com verniz ou stein (resina de efeito decorativo que ressalta a tonalidade natural da madeira, além de ser hidro-repelente e fungicida). Já os móveis de madeira de demolição recebem uma boa camada da também hidro-repelente cera de carnaúba (obtida a partir derretimento e filtragem da resina extraída manualmente da película protetora das folhas da palmeira carnaúba, é vendida sólida e deve ser derretida em banho maria antes do uso).


fonte: http://www.mundohusqvarna.com.br

...


24/08/2017

Dicas de paisagismo e jardinagem com piscina

A jardinagem é um recurso que podemos usar de várias formas diferentes. E o paisagismo e a jardinagem estão muito ligados. Nesse caso da decoração na área da piscina, pode parecer mais complicado do que realmente é. Umas das primeiras coisas a ser feita, é escolher o tipo de flores e plantas que vão fazer parte da decoração no seu jardim. Veja as principais plantas que você pode em uma jardinagem com piscina:

Evite plantas que soltem folhas facilmente

Sabemos que as plantas que tem folhas são bem bonitas e chamam bastante atenção. Porém essas mesmas plantas dão muito trabalho e deixam o local sujo com mais facilidade. É preciso pensar antes para não se arrepender depois. Se você tiver alguém que cuide do seu jardim e da piscina, ai não tem problema algum.

Paisagismo e jardinagem em pequenos espaços

Se você tem um espaço muito pequeno e não quer poluir o visual da sua piscina e do seu jardim, a melhor opção é colocar ambos perto, porém separados. Essa é uma estratégia para locais bem pequenos. A ideia é que a pessoa saiba que a piscina e o jardim estão ligados de alguma forma. Muitas das vezes as pessoas não sabem usar o espaço de forma inteligente, por isso o ideal é dar preferência ás flores. Elas chamam mais atenção e o custo benefício pode ser baixo.

Paisagismo e jardinagem e plantas ornamentais perto da piscina

Outra opção para deixar a área da piscina mais bonita, é fazer o paisagismo e jardinagem usando plantas ornamentais perto da piscina. Abuse de sua criatividade ou se preferir escolha um profissional para lhe orientar. Mais acredito que não seja uma tarefa tão complicada de exercer. Uma ótima dica para quem quer usar o paisagismo com plantas ornamentais é montar pequenos arbustos. Você vai conseguir um local bonito e bem montado. Se preferir poderá usar também plantas ornamentais como o lírio da paz. Ambos os exemplos deixam o jardim enfeitado perto de qualquer piscina. Vale á pena tentar.

Iluminação correta na parte da piscina

Outra dica legal para quem quer montar o paisagismo com piscina, é a iluminação que fará toda diferença na parte da noite. Caso você não atente a isso, o paisagismo só vai aparecer durante o dia. Uma dica muito legal também, é usar luz dentro da piscina. Ou se preferir escolha seu jardim para essa função e coloque uma luz que clareie até a parte da piscina.

Siga essas dicas e arrebente no paisagismo e jardinagem com piscina!


decorandocasas.com.br

...


14/08/2017

6 Dicas para incrementar seu Jardim

6 DICAS PARA INCREMENTAR SEU JARDIM
Pérgola, vasos na parede, horta... Há mil maneiras de deixar o jardim mais convidativo. Elegemos seis delas para você se animar e começar o projeto de sua área externa – incluem-se aqui varandas!

1. Teto ventilado
A pérgola pode ser uma bela solução para varandas, como propôs a paisagista Paula Galbi. Para fugir do lugar-comum, a profissional desenhou um modelo de cumaru, executado pela Flora e Arte, com base em formato de caixa de um lado e treliça do outro. Ferro e bambu são outros materiais comuns para a criação de pérgolas. O ferro dá um visual mais sofisticado. A madeira permite acabamentos variados. Ecológico e leve, o bambu é mais indicado para modelos suspensos – de preferência, por cabos de aço. Independentemente do material, vale aplicar um verniz que proteja a peça de intempéries e chumbar a estrutura no piso ou na parede.
2. Parede de escalada
Quer ter um efeito parecido com o dos jardins verticais sem gastar tanto? Coloque vasos na parede! Para ficar ainda melhor, acrescente uma textura diferente ao espaço, como fez Odilon Claro. O paisagista usou ripas de madeira de demolição e criou uma composição com caixas de aço galvanizado e vasos de cerâmica recheados de samambaias e peperômias. Ao escolher os vasos, verifique se têm mesmo furos no fundo, para que a água excedente da rega não fique acumulada e apodreça as raízes. Forre a base com uma pequena camada de pedras ou argila expandida e, sobre ela, posicione uma manta de poliéster. Só então coloque o substrato e a muda: 2/3 de terra comum e 1/3 de adubo orgânico é uma boa mistura. Para que a terra fique mais drenada, acrescente também um pouco de areia. Atente a este detalhe: a superfície da planta deve ficar no mesmo nível da boca do vaso.
3. Orgânicos em casa
Ter folhas verdes frescas, ervas para um chá da tarde e temperos sempre à mão é uma delícia. E o melhor de tudo: sem agrotóxicos. Se você ainda não possui uma horta em casa, saiba que não há empecilhos, nem mesmo de tamanho, para planejar a sua. Vale plantar as mudas em cachepôs de aço galvanizado, em canteiros de terra, no quintal ou  em vasos, como no projeto da paisagista Juliana Freitas. Os temperos – neste caso, decorativos – ficam apoiados em um painel treliçado com bandejinhas, executado pela Marcenaria Bretas. Analise com cuidado o local que receberá os temperos, pois o sol é um fator importantíssimo. As hortaliças devem receber luz natural durante a manhã ou à tarde por pelo menos quatro horas diárias. Importante: adube mensalmente com composto orgânico para renovar os suprimentos das plantas.

4. Rejeição zero
Gordinhas e fáceis de cuidar, as suculentas são ótimas opções para jardineiros de primeira viagem. Em geral, essa família de espécies pede regas semanais, mas preste atenção nos sinais. Se perceber que a planta está murchando, aumente a quantidade de água; se as folhas da base começarem a apodrecer, diminua. Importante: a água deve ser direcionada para a terra, nunca para as folhas. Caso a suculenta fique pálida e fina, é porque não está recebendo a quantidade necessária de luz. Montar tinas com exemplares diferentes, como fez a paisagista Paula Galbi, é uma ótima maneira de compor mais de um vaso dessa família, mas atente para que as mais altas não façam sombra sobre as menores. Para proporcionar o crescimento por igual, gire o vaso de tempos em tempos.
5. Um banco, uma prosa...

Um jardim não é só feito de plantas. É preciso curti-lo com a família e os amigos. E, por isso, vale a pena colocar um banco ou algumas cadeiras entre as espécies. Neste projeto, os paisagistas Fabio Vincenzo, da Jardineria Green Art Paisagismo, e Izabel Possatto optaram por duas espreguiçadeiras vermelhas com um banquinho de apoio. A unha-de-gato, que tomou conta do muro lateral, e a jabuticabeira com forração de tapete inglês completam o clima bucólico do quintal. Se a metragem permitir, invista também em uma mesa para refeições. Seus cafés da manhã ficarão muito mais gostosos ao ar livre.
6. Passeio sem pressa
Para incentivar a interação com o jardim, crie caminhos pelo quintal, como fez o paisagista Roberto Riscala. O efeito fica ainda melhor se o passeio ganha desenho sinuoso. Já que as plantas e gramas não aguentam o pisoteio constante, opte por seixos, cruzetas, deques, pedriscos ou pisos drenantes e intertravados para formar as demarcações de espaço e posicione as espécies ao redor desses caminhos. Como as áreas de circulação costumam ser estreitas, evite espécies com espinhos e folhas pontiagudas, como iuca, cica e dasilirium. Opte por aquelas que podem ser controláveis com poda, como murta, tumbérgia-arbustiva, podocarpo e nandina. Mas fique atento ao grau de insolação da área antes de escolher.

Fonte: http://revistacasaejardim.globo.com
...


20/07/2017

Adubo farinha de cascas de ovos. Como fazer?


As cascas de ovos possuem nutrientes essenciais às nossas plantas. Elas são ricas em cálcio, potássio e magnésio. As galinhas poedeiras comerciais são alimentadas com rações concentradas e enriquecidas com minerais que deixam as cascas dos ovos ainda melhores. É claro que você pode e deve utilizar as cascas de ovos de suas galinhas domésticas também, obtendo assim uma farinha ainda mais orgânica, mas para a grande maioria dos jardineiros, criar galinhas em casa pode ser um pouco difícil.
Para que as plantas possam absorver todos estes nutrientes, as cascas deverão estar intimamente ligadas ao solo. Assim, quanto maior o contato das cascas com a terra, mais disponíveis estes nutrientes estarão para as plantas. Um maneira simples de propiciar que isto aconteça, é transformando as cascas em pó. Desta forma teremos uma preciosa farinha, ecológica, barata, rica em minerais, para fertilizar canteiros, hortas, vasos, árvores, orquídeas, etc, adubando assim a grande maioria das plantas que temos em casa.
Coloque em um saco plástico e quebre grosseiramente com as mãos. O primeiro passo na produção da farinha de cascas é colocar as cascas para secar à sombra, sempre que tivermos disponível. Não devemos colocá-las no sol, pois as cascas possuem uma pequena quantidade de nitrogênio, que poderá se perder. Não é conveniente guardá-las para secar depois, pois a decomposição das partes orgânicas ainda úmidas poderá provocar mal cheiro e atrair animais indesejados, como moscas. Vá secando e guardando depois, até obter uma boa quantidade que mereça ser processada.
Assim que você tiver uma boa quantidade de cascas (uma duzia já é interessante), coloque-as em um saco e quebre-as apertando com as mãos. Não se preocupe em moe-las bem, pois logo após elas vão para o liquidificador. Coloque-as aos poucos no aparelho e bata até transformá-las em pó. Se as cascas estiverem ainda úmidas, pode ser difícil bater no liquidificador, e uma secagem maior pode ser necessária. Agora que você obteve esta maravilhosa farinha, coloque-a num vidro com tampa, e guarde-a num lugar fresco.
Bata no liquidificador até obter o pó
Para usar é bem simples. Uma colherinha de café nos vasos pequenos e duas ou três em vasos maiores. Faça isto uma vez a cada 40 dias. Se você diminuir a dose para meia colherinha, poderá aplicar nas plantas a cada 20 dias.
Siga observando suas plantas e veja como elas reagem a este novo estímulo. Você mesmo poderá decidir a periodicidade da aplicação da farinha de cascas de ovos, observando a vitalidade de suas plantas.
No preparo da terra ou substrato para jardinagem ou vasos, coloque 50 gramas para cada 20 litros de terra.
Uma colher de chá por vaso é uma boa maneira de começar a adubação. Este rico fertilizante natural, poderá também ser utilizado em hortas e pomares. Os vegetais folhosos, como couve e agrião, terão um benefício especial com este fertilizante. Em hortas poderá ser usado até 50 gramas por metro quadrado, e em frutíferas 50 gramas a cada 2 ou 3 metros lineares.
Algumas raras plantas podem não apreciar a leve alcalinização do solo que as cascas podem provocar, é o caso de azaleias, prímulas, gardênias, plantas carnívoras, entre outras. Sempre que você ler ou souber que determinada planta gosta de um solo “levemente ácido”, coloque uma quantidade menor de farinha de cascas de ovos para evitar assim alterações no PH do solo.

Boas colheitas!

...


12/07/2017

Paisagismo no condomínio

As plantas tornam o ambiente mais agradável. Por menor que seja o espaço, sempre é possível incluir um vaso ou um pequeno canteiro. Se você tem bastante espaço, então aproveite. Um jardim bem cuidado embeleza e valoriza o condomínio.

Como contratar uma empresa de paisagismo

Os jardins do condomínio não receberam muita atenção ultimamente e precisam de reparos?

Então veja as dicas abaixo:

Inicialmente, escolha com critério a empresa que fará as obras no jardim. Primeiro, peça o mesmo orçamento para diversas empresas (por exemplo: troca de grama e execução de um canteiro de flores). Com o pedido feito de forma idêntica, pode-se avaliar quem tem o melhor preço.

Outra idéia é conversar com o paisagista ou o responsável pelos serviços. Procure saber da sua formação e se ele é filiado a alguma instituição ou associação de classe (como a Associação Nacional de Paisagismo ou de seu estado).

Exija da empresa uma lista de obras realizadas e referências para checagem da idoneidade dos profissionais envolvidos. Como toda prestação de serviços, a de jardinagem também tem garantias. O fornecedor do solo, das plantas, da irrigação e de outros itens que entrarão no projeto, devem dar garantias.

A garantia de plantas recém-implantadas é de até 60 dias para a “pega” da muda. Se o jardim foi regado de acordo com as orientações do paisagista e se todos os cuidados foram tomados e, mesmo assim, a muda não pegou, pode-se solicitar a troca sem ônus para o condomínio.

Antes de entregar os jardins para uma reforma, é prudente verificar se o prédio, ou parte dele, não passará por nenhum reparo ou pintura. Se o jardim for afetado, não deixe de consultar o paisagista. Ele poderá dizer se as plantas que serão removidas poderão ser aproveitadas após a reforma ou não. Se for necessário inspecionar com regularidade uma caixa de esgoto, por exemplo, prefira não plantar nada muito próximo a ela ou utilize apenas vegetação rasteira (mais barata e mais fácil de repor, enraizar e recompor o canteiro). Outra opção é utilizar vasos sobre as tampas das caixas de inspeção elétrica ou hidráulica.

Não custa lembrar: retire os pratos de baixo dos vasos. Eles acumulam água e funcionam como criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue. Se os vasos estiverem em halls ou salões, coloque areia até a borda do prato.

 

Escolha bem: das plantas à manutenção

Veja a seguir alguns cuidados na escolha das plantas e a importância da manutenção periódica.

Geralmente, a arquitetura do prédio comanda alguns aspectos do paisagismo. Um edifício com arquitetura rígida e formal pode receber um jardim de estilo francês. No entanto, esse mesmo prédio pode aceitar um jardim com aspectos orgânicos não simétricos do tipo proposto por Burle Marx. Tudo depende do trabalho do paisagista e de sua integração com o arquiteto que desenhou a obra. Ao escolher as plantas, deve-se atentar para os aspectos ambientais, como profundidade do solo e recursos naturais disponíveis (água, luz, temperatura, vento, etc.). Plantas mais velhas e maiores são mais caras mas, em compensação, mais cedo oferecem um jardim cheio.

Use e abuse de plantas adaptadas à região e às condições climáticas, que dão menos problemas de doenças e manutenção. Já algumas espécies, apesar da moda, não são indicadas para jardins de condomínios. É o caso do ficus benjamina, das chefleras e das brassaias. Apesar de bonitas, de crescerem rápido e darem pouca manutenção, elas enraízam nos encanamentos, entupindo-os; abrem fendas em lajes, destroem rodapés e causam sérios problemas de infiltração de água.

Depois do jardim implantado com as plantas adequadas, é hora de pensar na manutenção. A sua periodicidade, geralmente, é proporcional ao tipo e tamanho do jardim e das espécies utilizadas. Não há regras e tudo deve ser baseado no projeto.

Por exemplo, um jardim de plantas anuais, para estar sempre florido, exige troca freqüente de mudas, a cada 2 meses, aproximadamente. É fundamental entregar a manutenção para um profissional preparado: há adubos específicos para cada ocasião e cada tipo de planta e remédios adequados para determinadas pragas.

Algumas plantas precisam de podas regulares. Outras, se podadas, são irremediavelmente prejudicadas. Portanto, uma manutenção adequada pode ser feita a cada quinze dias, um mês ou até dois meses. Tudo depende do tipo de vegetação que foi implantada e dos cuidados que elas necessitam.

O barato sai caro

Veja como, muitas vezes, escolher o mais barato não é a melhor saída. Quando alguma planta é danificada irremediavelmente no condomínio, seja por reforma no prédio ou por falta de cuidados adequados, muitos síndicos, na ânsia de economizar, acabam indo as floriculturas comprar, pessoalmente, outras mudas, que serão plantadas por um funcionário. É grande a chance de um leigo ser enganado e levar gato por lebre, por não terem conhecimento das espécies:

Normalmente, os paisagistas garantem as plantas que colocam num jardim, pois sabem a sua procedência e qualidade. Sabem também que plantaram da maneira correta e conhecem se um canteiro está sendo regado e cuidado da maneira como ele orientou. Se a idéia é economizar, há algumas dicas que podem ser usadas já no projeto do jardim. Por exemplo: quanto maior a planta, mais cara. O tamanho da planta encarece, inclusive, o seu transporte. Uma grande quantidade de plantas menores pode custar o mesmo que cinco arecas de três metros de altura. Outro fator fundamental: verificar se a laje onde será formado o jardim está bem impermeabilizada.

A impermeabilização é fundamental. Colocar um jardim numa laje mal impermeabilizada é ter que mexer nas plantas depois, colocando em risco toda a vegetação. Se você pode fazer uma vez certo, por que fazer várias vezes errado e gastar mais?

Do início do projeto do jardim à sua manutenção, passando por eventuais trocas de plantas danificadas, ajuda muito se o síndico reunir alguns conhecimentos de jardinagem e paisagismo. Um curso básico de jardinagem permite conversar à altura com o jardineiro, sem o risco de ser enganado.

Fonte de pesquisa: Revista Direcional Condomínios

...


07/07/2017

10 dicas de adubagem para suas plantas

1. Faça a adubação quando as plantas necessitam dos nutrientes e seja específico com suas necessidades. Durante o crescimento, dê atenção à quantidade equilibrada de nitrogênio, fósforo e potássio, para um crescimento vigoroso. Já em momentos como floração e frutificação, leve em consideração a redução do nitrogênio e o aumento de fósforo e potássio, importantes nessa fase.

2. Evite adubar as plantas quando elas entram em dormência, por dois motivos: Elas pouco aproveitam os fertilizante, já que seu crescimento estará naturalmente estagnado, e você evita de colocar dinheiro fora. Mas Raquel, quando as plantas entram em dormência? Geralmente no período frio ou no período seco. Algumas espécies resolvem ser ativas no inverno, florescendo ou frutificando, como algumas orquídeas, a flor de maio, etc. Use a regra geral, mas não esqueça de conhecer as individualidades de cada espécie.

3. Não negligencie a calagem. A correção do pH é primordial para que as plantas possam absorver os fertilizantes do solo. De nada adianta colocar litros de adubo em um solo excessivamente ácido. A absorção será pequena e você vai perder muito dinheiro, já que muitos fertilizantes são rapidamente perdidos para o ambiente. Por isso, antes da implantação e na manutenção de jardins, hortas e pomares, solicite a análise de solo. Ela lhe dá o diagnóstico correto do estado atual do solo, em termos de fertilidade e características físicas, além da necessidade de calcário.

4. Na praia e em outros solos arenosos, acostume-se a fertilizar com mais frequência. Isso acontece por os nutrientes percolam com mais facilidade neste tipo de solo, assim você os perde mais rapidamente para o ambiente.

5. A adubação de base pode ser a diferença entre o sucesso e fracasso do plantio e transplante. Enriquecer o solo com uma boa quantidade de matéria orgânica, como esterco de curral bem curtido, e nutrientes próprios para um perfeito desenvolvimento das raízes, como fósforo e potássio, fazem toda a diferença no vigor inicial da planta muitas vezes no seu desenvolvimento final. Deixe para colocar as doses maiores de nitrogênio quando a planta já estiver bem estabelecida, dando sinais de crescimento. Nitrogênio na base pode ser utilizado, mas preferencialmente com adubos de liberação lenta e em quantidades modestas. A chance dele queimar as raízes feridas durante o transplante e as delicadas raízes em formação são grandes.

6. Jamais deixe faltar água às plantas durante o período subsequente à adubação. Elas tendem a acumular os sais dos fertilizante e podem se desidratar facilmente. Irrigando bem, você previne sérios danos às plantas.

7. A adubação ideal é aquela que é gradual e de acordo com a fase da planta, em termos de quantidade e qualidade de nutrientes. No entanto, geralmente os adubos de liberação lenta são caros e sua compra pode ser inviável. Aproveite a capacidade que as plantas tem de armazenar nutrientes em seus tecidos, como o nitrogênio por exemplo e lembre-se disso quando foi fertilizar hortaliças. Não adube se já estiver pensando na colheita. Os altos níveis de nitrogênio acumulados podem ser prejudiciais à saúde de quem consumir folhas e frutos.

8. Sempre aplique os fertilizantes em dose menor ou igual à indicada na embalagem do produto. Principalmente se eles forem adubos ricos em nitrogênio, como uréia, estercos, ou NPK 10-10-10, por exemplo. É muito comum as plantas murcharem e morrerem da noite para o dia, devido à aplicação excessiva de adubos.

9. Os dias nublados são os melhores para fertilizar as plantas. Evita-se a ação do sol intenso sobre as plantas, que ficam sensibilizadas e perde-se menos nitrogênio por volatilização. Da mesma forma, os dias chuvosos provocam grandes perdas de nutrientes, que são carregados pela água.

10. A fermentação destes materiais produz substâncias que são muito prejudiciais às plantas, podendo queimar a apodrecer raízes e colo. Faça sempre a compostagem destes materiais antes de utilizar, para evitar este tipo de problema e aproveitar melhor os ricos nutrientes que eles contém.

...


30/06/2017

Muda feita a partir de plantas adultas

Dicas

Mesmo com a sua muda feita a partir de uma planta adulta, ela é frágil que nem uma planta mais novinha então é importante tomar alguns cuidados para que a sua nova muda não morra. Cuidados com rega e adubagem é leis e jamais devem ser esquecidos, independente da idade da espécie que você cultiva.

Se você não conhece muito bem ainda a espécie que vai cultivar, e isso acontece muito com aquelas pessoas que retiram mudas de plantas de parentes e amigos, o ideal é você comprar um saquinho de areia já devidamente preparada com toda a quantidade de adubo e fertilizante que a sua muda vai precisar. Você pode fazer em casa? Sim e deve fazer, mas somente se conhecer bem a espécie. Lembre-se que a muda precisará ser bem cuidada para que a raiz penetre no solo novamente e dê origem a uma nova planta.

Jamais troque a areia da sua nova muda se ela não tiver totalmente em desenvolvimento. Profissionais sempre indicam que devemos fazer a troca da areia onde as nossas plantas estão em cultivo para “reabastecer” a espécie com mais nutriente, mas caso você faça com uma muda que não esteja totalmente fixada, sua planta vai morrer.

Atente-se bastante sobre pragas e doenças comuns em plantas. Algumas espécies têm muito mais facilidade de serem atingidas por esses problemas então redobre a atenção, pois por ser uma planta adulta, você deixar a espécie ainda mais favorável à essas pragas. Isso pode não apenas infectar a sua planta inteira como também as outras espécies que você tem em seu jardim.

...


28/06/2017

Como cuidar das plantas no inverno

Assim como a nossa pele e o nosso cabelo sentem a descida das temperaturas, durante os meses de frio as plantas também sofrem, especialmente quando se encontram no exterior, por isso é importante protegê-las para que, chegada a primavera, possam estar bonitas e prontas para receber o calor dos meses vindouros. 

Instruções:

1

É necessário saber quais são os tipos de plantas que temos no nosso jardim, varanda ou balcão, pois algumas espécies simplesmente não toleram o frio e ainda que as protejamos acabam morrendo. Se esse for o caso de algumas das suas plantas, a melhor alternativa é transferir para o interior onde seja possível mantê-las a uma temperatura mais adequada.

2

Se na zona onde você mora a temperatura desce muito, é importante você proteger as plantas que se encontram no exterior, especialmente de elementos como a neve. Uma boa forma de fazer isso é colocá-las perto de uma parede que as proteja ou entre arbustos que possam lhe dar um pouco de calor e cobri-las um pouco.

3

Os vasos de plantas que se encontram no solo deverão, além disso, estar protegidos do frio do chão para que possam sobreviver ao inverno. Para isso, coloque-as sobre um estrado de madeira ou plástico, afastadas do chão quando as temperaturas começarem a descer.

4

Não regue suas plantas demais no inverno ou você poderia matá-las por excesso de água. Lembre-se que perante a falta de sol as plantas conseguem aguentar mais tempo sem receber líquido.

5

No caso das plantas que se encontram no interior, há alguns fatores importantes que devemos levar em consideração para que sobrevivam ao inverno. O primeiro deles é nunca colocá-las perto de uma estufa ou calefação, o excesso de calor e a secura produzida por estes aparelhos poderia causar-lhes enormes danos.

6

Como as plantas de exterior, durante o inverno as de interior devem ser pouco regadas. Recomenda-se pulverizá-las com água esporadicamente para limpar o pó produzido no ambiente.

7

É imprescindível que as plantas de interior se encontrem perto de uma janela ou entrada de luz durante o inverno, pois nesta época do ano costumam sofrer devido à ausência deste elemento tão importante para seu crescimento e desenvolvimento saudável.

8

Você pode ir a um centro de jardinagem e se assessorar com um especialista a respeito de quais são os melhores nutrientes para suas plantas no inverno, assim você poderá fortalecê-las e ajudá-las a passar o inverno de forma bem-sucedida.

...


Tour Virtual

Confira ao lado alguns de nossos projetos, e compartilhe da nossa experiência com plantas e paisagismo, em um tour virtual feito especialmente para não perder nenhum detalhe.

+ Visualizar

Blog Flora Paraíba

+ Mais Notícias

Newsletter

Cadastre seu email no formulário abaixo, e receba nossas promoções, informativos e dicas sobre plantas e paisagismo.

Parceiros