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03/09/2018

Paisagismo em Varandas e Terraços


Jardim em varanda
Fig 1. – Projeto Patrícia Cosignani

As varandas e terraços em edifícios têm se mostrado como uma importante extensão do apartamento. Em função da busca constante por uma melhor qualidade de vida, os moradores passaram a cultivar jardins nestes espaços, que além de embelezar, valorizam ainda mais o imóvel.

Sendo assim, em virtude da grande ênfase que têm sido dada, a procura por projetos de paisagismo específicos para estes espaços, torna-se freqüente.

  • Ou trabalha-se com o plantio das espécies em vasos (fig.01);
  • Ou, elas já existem no local, ou ainda, podemos construir as jardineiras ou floreiras em alvenaria (fig.02).

Jardim em varanda
Fig. 2 – Projeto Telma Brada

O partido se desenvolve sempre a partir do desejo de tornar a varanda uma importante “peça” de decoração e convívio nas salas, ou até mesmo para descanso nos dormitórios, dos apartamentos.

Devemos lembrar que para o total êxito na intervenção paisagística, é prioritário o estudo atento de fatores como insolação, ação dos ventos (ainda mais quando se trata de varandas), visibilidade, facilidade de manutenção, solo, resultando, portanto, na escolha adequada dos elementos bem como das plantas a serem utilizadas.

Vários materiais podem ser empregados, como cascas de árvores, troncos, correntes, pedras, bancos, ou seja, materiais e acessórios dos mais diversos, tendo uma preocupação estética e funcional (o que gera praticidade) direcionando a escolha das espécies de plantas e dos arranjos a serem adotados.

Custos

Jardim em varanda
Fig. 3 – Projeto Átrio Arquitetura

Muitas vezes, o paisagismo se torna supérfluo pela impressão errônea de se tratar de um investimento alto, ao contrário da verdadeira realidade. O custo, geralmente, pode ser facilmente adaptado às condições dos moradores, sempre resultado de um diálogo entre proprietário e o arquiteto ou paisagista responsável pelo projeto.

Além disso, é importante ter como objetivo primeiro, que o projeto seja cuidadosamente executado. Desta forma previne-se dores de cabeça futuros, além de gastos desnecessários com consertos e na pior das hipóteses ter que refazer a obra.

Preserve varandas e floreiras

Eis um ponto muito importante, no caso de floreiras e jardineiras de alvenaria: a impermeabilização, pois sem ela, depois de uma chuva ou de um tempo de uso, a água penetra na estrutura.

Ralo da Floreira
Fig. 4 – Ralo da Floreira

O resultado pode ser o aparecimento de manchas na parede (em que está a floreira/jardineira) ou pinga-pinga sob a varanda. Para evitar maiores complicações, é melhor utilizar produtos cujo sistema seja do tipo flexível. Estas áreas acabam sendo muito suscetíveis a trincas devido à exposição ao sol e à chuva – a variação de temperatura as leva a contrair e a dilatar, provocando as conhecidas rachaduras.

A situação é ainda mais crítica nas estruturas em balanço, como em algumas das varandas. Entre os produtos que suportam esse vai-e-vem, existe uma preferência pelas mantas asfálticas moldadas na obra.

Também é imprescindível cuidar do caimento do piso – que deve ser em direção ao ralo, caso contrário, a água da chuva escorre para o piso de salas e quartos, ou pode empoçar em até mais de um ponto do local.

Como proteger a varanda das infiltrações

Dreno da Jardineira
Fig. 5 – Dreno da Jardineira

Floreiras e jardineiras pedem sistema de drenagem (veja ilustrações nas Figs. 04, 05 e 06). Nas primeiras, que são menores, use membrana asfálticas. Já nas jardineiras, eleja mantas do tipo anti-raiz. É importante lembrar que deve haver no projeto a previsão de flores e arbustos sem raízes profundas para não forçar a impermeabilização.

Se você pensou em transformar a varanda de seu apartamento em um mini-jardim ou dar a ela um ar mais charmoso, não perca mais tempo!

Impermeabilização da Varanda
Fig. 6 – Impermeabilização da Varanda

Lembre-se que, conforme a necessidade, arquitetos e paisagistas são os profissionais mais indicados para auxiliá-lo a colocar em prática seus desejos, de maneira mais prática e adequada.


Fonte: /www.jardineiro.net

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05/09/2018

Saiba mais sobre a Adubação Foliar

A adubação foliar é um processo de nutrição complementar à adubação via solo, acrescentando inclusive que deve haver a preocupação em aplicar adubos de solo que forneçam outros nutrientes além do NPK.

Este tipo de adubação é mais comumente utilizado na agricultura, em produções como as de arroz, café, soja, laranja, entre outros. Já para as plantas ornamentais, aquelas que se utilizam em paisagismo, o uso se restringe a algumas espécies de bromélias e orquídeas.

De qualquer maneira, é imprescindível que seja feita uma consulta detalhada com profissional especializado, o qual poderá indicar a melhor solução para cada caso. As principais vantagens da adubação foliar são:

Os nutrientes aplicados via foliar são rapidamente absorvidos pelas folhas das plantas, corrigindo as deficiências ou evitando que as mesmas se manifestem – as plantas absorvem cerca de 90% do adubo, sendo que uns elementos são mais assimiláveis que outros, enquanto isso, o adubo colocado no substrato perde cerca de 50% de sua eficiência – minutos após a aplicação do adubo, ele completa uma primeira fase de absorção e no fim de algumas horas chega às raízes.

Aumenta o aproveitamento dos adubos colocados no solo, principalmente os NPK, pois as plantas terão maior capacidade de absorção.

Pode-se aplicar o nutriente específico na fase em que a planta apresentar maior demanda deste, isto é, nos momentos mais críticos.

Estimula o metabolismo vegetal devido à rápida absorção e utilização dos nutrientes, o que proporciona estímulo na formação de aminoácidos, proteínas, clorofila, etc.

Na aplicação das soluções para este fim, é importante observar o PH (acidez/alcalinidade), pois as plantas só absorvem os nutrientes numa estreita faixa de PH e esses valores irão variar dentro de certos limites de acordo com cada espécie vegetal.

Como é o mecanismo de absorção? Os estômatos (as estruturas que compõe a camada superficial das folhas) são os responsáveis pela maior parte da absorção dos nutrientes, mas a própria cutícula que recobre as folhas, quando hidratada, permite a passagem dos nutrientes; ela é permeável à água e às soluções de adubo.

Para melhorar as condições de absorção das folhas, costuma-se adicionar às soluções nutritivas substâncias denominadas agentes umectantes, que pela sua ação adesiva, impedem que a solução escorra por ação da gravidade, e por sua ação umectante dificultam a evaporação da água, mantendo os nutrientes mais tempo em contato com a superfície foliar. A concentração da solução depende da tolerância de cada planta, e não devem ser aplicadas nas horas mais quentes do dia (entre 9 e 16 horas).

O uso simultâneo do adubo com pesticidas, fungicidas, etc., se não for bem equacionado, pode trazer problemas de incompatibilidade ou desequilíbrio da fórmula do adubo.

Algumas pessoas argumentam que a adubação foliar é muito cara, no entanto, deve-se lembrar que ela deve ser complementar, sendo que as quantidades utilizadas são pequenas. E mais, observe que a escolha do adubo é muito importante, pois alguns elementos utilizados de maneira errada podem queimar as plantas. Fique atento!


Fonte: www.jardineiro.net

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28/08/2018

Telhado verde: 5 casa para você se inspirar

Tenho certeza de que se você está aqui, procura por alternativas construtivas amigáveis ao meio ambiente. Neste momento, já sabe que telhados verdes são uma ótima opção para garantir um projeto mais eficiente. Juntando o útil ao agradável, criamos uma lista com 5 casas com telhados verdes que são um ótimo exemplo do uso.

 

O que é telhado verde?

De forma bem resumida, telhados verdes são telhados feitos com a aplicação de uma camada vegetal.

Essa foi uma das soluções encontradas pelos profissionais da área de construção, para criar um ambiente que propiciasse melhor climatização e a economia de água.


 


Para fazer a aplicação desse telhado, é necessário fazer uma base impermeável. Essa base pode ser uma laje ou um telhado convencional que receberá uma camada impermeabilizante.

É importante lembrar que o telhado ou laje precisa estar preparado para receber a camada de peso extra, pois além da camada impermeabilizadora, todo o projeto tem um peso e isso não pode ser desconsiderado.

Esse tipo de telhado ajuda na captação de água das chuvas que podem ser armazenadas em grandes cisternas.

As casas com telhados verdes também possuem uma isolação termoacústica, pois esse tipo de telhado evita a transferência de frio, calor e ruídos para o interior das construções. Além disso, o telhado verde também contribui para o micro clima local, reduzindo o efeito das Ilhas de Calor. Portanto, não é só uma questão ambiental, mas também financeira e estética.

Esses tipos de construções permitem um menor gasto energético com refrigeração e aquecimento, permitindo uma maior economia na conta de luz. Além de, é claro, serem construções belíssimas. Vamos a alguns exemplos.


CASAS COM TELHADOS VERDES

Casa em Acassuso, Buenos Aires

Casas com telhado verde

 Essa belíssima casa construída em Acassuso, Buenos Aires, conta com um design que tira partido de todo o entorno. Cercada pela natureza, a casa foi planejada de modo a ter vários níveis e pontes que os interligassem.

A entrada é feita de pedras que passam por cima da garagem. Sua paisagem é definida pelas estações do ano, criando um cenário único ao visitá-la.

Apesar das áreas bem “quadradas” com modelagem reta, sua arquitetura é moderna e inova ao utilizar diferentes níveis para cada cômodo da casa.

Sua cor cinza combinada com as pedras da entrada fazem contraste com o uso da madeira no portão, mostrando o uso de diferentes tipos de materiais, como o vidro, por exemplo. Além do verde da paisagem que dá o toque belíssimo à arquitetura.


Casa da Piscina em Westlake, Texas

Casas com telhado verde

Uma casa de piscina com telhado verde. Já imaginou?

Espaçosa e elegante, a casa foi projetada para ser moderna e ter um ar informal. Rodeada pelo jardim e com um telhado verde cheio de flores, se integra a natureza. Tira um ótimo partido da luz natural.


Torshavn, Ilhas Faroé

Casas com telhado verde

Não podemos falar de telhados verdes sem mencionar os escandinavos, e nesse ponto, eles não brincam em serviço. Esse tipo de telhado foi adotado por eles há muito tempo e pelo visto, o povo escandinavo não irá mudar o seu modelo de telhado tão cedo.

O telhado verde é tão famoso entre os povos escandinavos, que existem competições anuais para escolher o melhor projeto de telhado verde da Escandinávia.

Contudo, existe uma razão para a adoção desse telhado. Ele mantem a casa quente durante o inverno rigoroso.


Casa Avalon em New South Wales, na Austrália

 

A casa Avalon foi construída em New South Wales, Austrália. Como podemos observar na foto acima, ela não usa técnicas que agridam o meio ambiente. Seu projeto usa estratégias de arquitetura bioclimática.

Dessa forma, foram utilizados materiais locais e todo o projeto foi desenhado de forma a utilizar o clima da região a favor da construção.

A casa possui janelas que são posicionadas em direção ao vento, para aproveitar a ventilação natural e, economizar energia.

Essas janelas e vidros também aumentam a entrada da luminosidade, mais um ponto para a eficiência energética, pois dessa forma diminui o uso de iluminação artificial durante o dia.


Sobrado na Califórnia

Casas com telhado verde

Para aqueles que não são fãs de grandes construções e procuram um pouco mais de simplicidade, essa pode ser uma alternativa.

Esse lindo sobrado fica no parque Menlo, na cidade de São Francisco, Califórnia. É uma casa moderna e ao mesmo tempo possui grandes beirais. A residência não possui a forma e aparência de uma casa comum e impressiona pelas técnicas usadas na sua construção.

O seu telhado verde mistura as texturas, o que deu um toque único ao ambiente. Sua mistura de pedras claras e plantas produzem o mesmo efeito no clima e o isolamento térmico, ao mesmo tempo em que diminuem a manutenção e dão um colorido diferente ao projeto.

Essa é ou não é uma das mais lindas casas com telhados verdes que você já viu?


Para finalizar…

Vale lembrar que esse tipo de telhado requer manutenção, contudo as escolhas de plantas apropriadas utilizando-se do xeroscaping podem reduzir e muito a manutenção e longevidade do telhado.

E agora? Já escolheu o modelo de casas com telhados verdes que mais lhe agradou?


Fonte: www.ugreen.com.br

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Plantas que vão purificar o ar que você respira e os seus ambientes!

As cidades têm se tornado um antro de poluição e resíduos tóxicos. Nosso planeta está ficando cada vez mais venenoso, então criamos uma seleção das 10 plantas que vão purificar o ar de seus ambientes.

Confira nossa lista:

1- Areca-bambú: 
A Areca-bambú é uma excelente transformadora de dióxido de carbono em oxigênio. É uma palmeira de pequeno porte quando plantada em vasos, gosta de sol, porém vive em locais com apenas iluminação indireta. Necessita de poucos cuidados, como irrigação periódicas, solo bem drenado e ser levada para área externa a cada quatro meses.

 

2- Hera-inglesa: 
A Hera-inglesa é considerada a planta nº1 quando se fala em purificação do ar, pois ela é a mais eficaz na absorção de produtos químicos. É uma planta extremamente adaptável que pode ser cultivada como trepadeira ou forração, gosta de sol e meia-sombra, porém precisa de regas periódicas e um solo bem drenado.

 

3- Espada-de-são-jorge:
Esta é uma planta com grande capacidade de transformar dióxido de carbono em oxigênio durante a noite (enquanto a maioria das plantas faz esse processo durante o dia), caso queira ter uma ótima noite de sono, cultive a Espada-de-são-jorge em seu quarto. Para otimizar o efeito de purificação, recomenda-se a utilização deseis a oito plantas com aproximadamente um metro de altura por pessoa.
Ela é uma planta extremamente versátil, vai ao sol ou meia-sombra, prefere um solo bem drenado e é resistente à estiagem.

 

4- Lírio-da-paz: 
Esta é uma das minhas plantas preferidas, pois é de uma beleza exuberante e aceita locais com apenas claridade. Ela reduz o nível de toxinas no ar e quando colocada em banheiros ajuda a combater fungos. É uma planta que aceita sombra e meia-sombra e necessita de regas periódicas.

 

5- Jibóia: 
Absorve perfeitamente toxinas como formaldeídos, produtos de limpeza e outros químicos voláteis do ar. Como outros Filodendros em formato de coração, a Jibóia prefere água moderada e vive em ambientes com baixa incidência solar.

 

6- Clorofito: 
O Clorofito ou Planta-aranha é um excelente absorvente de poluentes como xileno, benzeno, formaldeído e monóxido de carbono. Necessita de regas freqüentes e solo bem drenado. Hoje no mercado, esta planta existe para sombra e para sol, então não se esqueça de verificar com o vendedor, conforme o local que queira colocá-la.

 

7- Dracena-de-madagascar:
Esta é uma planta capaz de remover toxinas do ar, como xileno, tricloroetileno e formaldeído. Lembre-se que esta é uma planta que aceita sol pleno ou sombra parcial e pode atingir até cinco metros de altura.

 

8- Samambaia: 
As pteridófitas são excelentes umidificadores de ar. São plantas que toleram bem a sombra e meia-sombra e necessitam de regas periódicas. Então adquira uma Samambaia ao invés de comprar um umidificador de ar elétrico.

Não podíamos nos esquecer das plantas que possuem floradas coloridas para alegrar os ambientes.

9- Violeta-africana: 
Sim, a Violeta é aquela plantinha que você encontrava na casa da vovó quando era criança. Ela ajuda a filtrar o ar trazendo harmonia para dentro de casa. É uma planta extremamente fácil de conseguir e um dos segredos para o cultivo é colocá-la bem próxima a uma janela virada para o sul e colocar água apenas no pratinho do vaso.

 

10- Phalenopsis:
Não poderia faltar uma orquídea para ajudar na purificação do seu ambiente. A Phalenopsis, além de ser extremamente ornamental, adora ambientes mais úmidos e bem iluminados, então o melhor lugar para seu cultivo é em lugares com mais umidade e próximo a janelas Uma boa dica é cultivar Avencas de baixo das orquídeas, elas tornam o ambiente mais úmido.

Lembre-se que para um melhor desempenho de purificação das plantas é preciso limpar suas folhas periodicamente e adubá-las com húmus de minhoca e fertilizantes naturais. Com exceção da orquídea, planta epífita, que necessita de cuidados especiais.


http://somosverdes.com.br
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07/08/2018

Como dar uma nova cara a sua planta

Assim como os nossos cabelos precisam de tratamentos especiais de tempo em tempo para afastar aquela aparência descuidada, o mesmo acontece com as nossas plantinhas. Depois de algum tempo, elas começam a ficar antigas e grandes demais para o vaso. Quando esse momento chega, é hora de dar uma nova cara a sua planta. Preparamos algumas dicas e um passo-a-passo pra que você deixe sua planta jovem novamente. Confira! 

Primeiro vamos aos materiais! Você vai precisar de um vaso maior para sua planta e com furos (por causa da drenagem), terra orgânica (adubada), argila expandida, pedras brita ou cacos de telha; areia para plantio (exceto de praia, porque o sal dela desidrata a planta) e uma tesoura de poda. Depois de separar todos os itens é chegada a hora de dar início ao processo! 



Siga agora o passo-a-passo: 


Retire cuidadosamente a planta do vaso, para isto é necessário, na maioria dos casos, quebrar ou cortar o vaso. Se você tentar retirar apenas puxando pelo caule, pode acabar causando danos à planta. 


Com a tesoura, faça uma poda de limpeza nos galhos, tornando-os mais curtos e com menor quantidade de folhas. Cuide para não cortar as pequenas folhas que saem de cada ramo, pois esta é a região de onde sairão as novas ramificações. 


3º 
Realize a poda das raízes que estiverem sobressaindo ao torrão. 


Faça uma cama com as pedras, o suficiente para cobrir o fundo do vaso. Em seguida, coloque uma camada de areia, suficiente para cobrir as pedras e, após isto, uma camada de terra orgânica. Aqui você precisa conferir qual a altura que a muda ficará no vaso, pois ela deve ficar ligeiramente nivelada à borda do vaso. Se for necessário, acrescente ou retire um pouco de terra, lembrando que o torrão não deve ficar acima da borda e nem muito abaixo. Depois é só preencher o entorno com mais terra. Conforme for adicionando terra, vá fazendo furos com o dedo no entorno do torrão, para que os buracos sejam preenchidos. 


A dica de ouro neste caso é caprichar na primeira rega. Regue até começar a sair água pelos buracos do vaso. As próximas regas, no entanto, devem ser moderadas e feitas somente quando a camada abaixo da superficial estiver seca.
 

E as suas plantas estão precisando de um tratamento especial?

Fonte: http://www.jardimdasideias.com.br
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07/08/2018

Como escolher plantas saudáveis na hora da compra

Quando vamos a um horto ou uma floricultura nos deparamos com uma grande variedade de plantas, folhagens e flores. Ficamos tão encantados que por vezes nem reparamos que algumas espécies podem não estar assim tão saudáveis, o que depois pode prejudicar sua existência quando levamos para casa. Por isso, devemos respirar fundo, não nos deixarmos levar pela empolgação e saber analisar bem se aquela plantinha é realmente saudável para comprarmos. 



Como fungos e vírus em fase inicial não dão muito sinais aparente, fica difícil perceber para quem não trabalha com essa área. Por isso antes de escolher a planta, você deve procurar por sinais de doença. Nem sempre uma aparência bonita é sinônimo de planta saudável, alguns sinais não são muito perceptíveis. Muitas plantas desenvolvem manchas necrosadas nos caules e folhas, as flores caem ainda em botão, ou contam com a presença de insetos. 


Uma dica fundamental é reparar se a planta não carrega cochonilhas. Para isso, olhe nas nervuras e embaixo das folhas, detectando se não há pequenos pontos, muitas vezes ainda verdes. As 
cochonilhas na fase inicial podem determinar no fracasso do cultivo da muda se não houver tratamento, e também na disseminação dessa praga pelo seu jardim. Manchas pretas que saem nas mãos podem ser fumagina, um fungo que se desenvolve sobre a seiva da planta expelida pelas cochonilhas.
   


Quando for comprar plantas, cuide para não adquirir plantas com folhas amarelas ou ramos secando sem causa aparente, porque isso pode ser um sinal da presença de insetos, como ácaros e nematoides. Mas isso pode ainda ser causado, pela falta de nutrientes, o que mostra que a muda não foi bem alimentada no viveiro de produção.
 


Mas aqui vai uma dica preciosa: no inverno muitas plantas ficam com a folhagem amarelada, que acabam por cair, sendo trocada por novas folhas na primavera, procure informar-se junto ao vendedor para não cometer enganos.
 


Com essas informações em mãos, fica mais fácil de acertar na hora da compra, não é mesmo? 

Fonte: http://www.jardimdasideias.com.br
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31/07/2018

Dicas para cuidar de orquídeas

Cuidar de orquídeas é uma tarefa que desperta muitas dúvidas, isso porque essas flores realmente exigem mais atenção e pelo menos um conhecimento básico em jardinagem para florescerem e manterem-se vistosas por mais tempo. No entanto, algumas técnicas diárias são suficientes para dar a atenção que essas lindas plantas desejam e receber em troca muito colorido e perfume que só elas podem proporcionar.

 

Escolha o local ideal

Muitas pessoas escolhem cuidar de orquídeas pela sua beleza exótica e, por esse motivo, querem deixá-las em um local de destaque da casa. Seja no quintal, jardim ou até dentro de casa, é fundamental que esse ambiente seja bem iluminado. Para saber se a exposição à luz está sendo feita de maneira correta, basta observar as folhas: quando amareladas, é indício de excesso de luz. Já se apresentarem folhas escuras, finas e alongadas, é sinal de falta de luminosidade.

 

Adube as suas orquídeas

Cuidar de orquídeas plantadas em vasos exige um bom substrato, preparado com minerais e outras substâncias que ajudam no bom desenvolvimento da planta. Esse produto pode ser encontrado em qualquer floricultura ou lojas especializadas em jardinagem e paisagismo.

Para fazer a adubação, podem ser usadas misturas de nitrogênio, fósforo e potássio, ou adubos orgânicos compostos por torta de mamona em uma metade e farinha de osso em outra. A aplicação do material deve ser feita uma vez por mês. Não é recomendado adubar as orquídeas no outono e no inverno devido às baixas necessidades nutricionais da planta.

Da mesma forma que a água, utilizar adubo demais pode matar a orquídea. Sempre que possível, opte por fazer a adubação com produtos orgânicos. Se escolher um fertilizante inorgânico, fique atento às instruções para o uso. Há duas possibilidades de fazer a adubação: a primeira é colocar o ativo no canto do vaso e deixar que ele se dissolva aos poucos. E a segunda é fazer a diluição do fertilizante em água e aplicar o produto no solo.

 

Faça regas diariamente

Para cultivar orquídeas belas e vistosas, as regas devem ser feitas diariamente. Prefira regar as  floresquando o substrato estiver realmente seco. Do contrário, deve-se esperar que ele seque. Uma boa alternativa é mergulhar o vaso em um recipiente com água e deixar que todo o excesso escoe, retirando-o em seguida. Não é indicado utilizar pratos no fundo do vaso para evitar o acúmulo de umidade, o que prejudica a planta.

Ao regar as orquídeas, evite molhar as pétalas,  pois elas são bastante delicadas e essa prática facilita o aparecimento de pragas.

 

Troque de vaso conforme a planta vai crescendo

Se você quer cuidar de orquídeas, melhor se conscientizar de que deverá disponibilizar algum momento do dia para observá-las frequentemente. Essa tarefa é importante para verificar se as técnicas empregadas até o momento têm contribuído ou não para manutenção da saúde da planta.

Além disso, também ajuda a identificar o momento adequado de mudá-la para um vaso maior. O sinal verde para isso será quando a base da flor estiver a menos de um dedo da parte superior do recipiente.

Ao replantá-la, prefira vasos de barro, nos quais a água é drenada adequadamente. A orquídea deve ser posicionada em sua nova morada mantendo como parte da frente aquela que apresentar brotos. Certifique-se de que a parte posterior fique encostada em um dos lados do recipiente, proporcionando mais firmeza à planta. Finalize o procedimento acrescentando chips de fibra de coco ou musgo.

 

Esterilize os materiais que utilizar para cuidar de orquídeas

As orquídeas são flores muito frágeis à contaminação por micro-organismos. Para evitar colocar a saúde da sua planta em risco, sempre que precisar podar as folhas, esterilize a tesoura com um maçarico portátil ou esquentando o objeto no fogão. Esse procedimento deverá ser repetido se você for utilizar o mesmo objeto em outra orquídea.


Fonte: www.blog.giulianaflores.com.br

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02/08/2018

Quais Plantas Podemos ter Dentro de Casa?

Nada melhor do que belas flores para deixar o ambiente mais lindo, colorido e aconchegante. Infelizmente nem todas espécies conseguem ficar em locais fechados, podendo murchar e até mesmo morrer em pouco tempo. Ainda assim, é possível dar um toque mais verde na decoração. Você só precisa conhecer  quais plantas podemos ter dentro de casa. Veja algumas!


Pequenos cactos

Além de crescerem e se desenvolverem bem em ambientes fechados, é necessário poucos cuidados para manter os minicactos bonitos e vistosos. O mais importante é não encharcá-los ou deixá-los expostos a incidência direta dos raios solares. A regagem deve ser feita de forma semanal durante o verão e mensal no inverno.

Outra vantagem é que eles ocupam pouco espaço e são ótimos para dar um toque simples e elegante à decoração.


Lírios

Se deseja ter um jardim florido dentro de casa, essa é a espécie certa para você. Os lírios são uma das únicas flores que florescem na sombra. O contato direto com o sol é bastante prejudicial a elas, podendo queimar suas folhas.

A dica para o cultivo da espécie é sempre manter o solo úmido, sem encharcá-lo, e com bastante adubo.


Begônias

Com cores fortes e exuberantes, as begônias também entram na lista de quantas plantas podemos ter dentro de casa, sendo uma ótima opção para a decoração do interior de ambientes. Além de deixá-las protegidas do sol, é preciso cultivá-las em locais livres de vento e do frio intenso.

Assim como acontece com várias outras espécies, tome muito cuidado para não molhar suas folhas e flores das begônias durante a regagem.


Violetas

Essa é uma das flores prediletas para a decoração das casas, pois podem ser encontradas em diversas cores. Outro fator que faz as violetas serem as queridinhas dos decoradores é sua capacidade de sobreviver em ambientes fechados.

Além disso, essa espécie não pode ser expostas diretamente aos raios solares e seu cultivo deve ser feito a meia sombra. Na hora de regar, o que será realizado uma ou duas vezes por semana, vale lembrar a dica dada para as begônias: tome cuidado para não molhar as flores ou folhas.


Fonte: blog.giulianaflores.com.br

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10/07/2018

A implantação do gramado, além de agradável composição para a paisagem, é espaço para esporte e lazer

Aparentemente, foi durante a Idade Média que as gramíneas aparadas tornaram-se populares para uso em jardins, áreas de piquenique e espaços esportivos. No princípio, eram intensamente pisoteadas para serem mantidas baixas. Só mais tarde é que se descobriu que a foice podia ser usada para essa finalidade, com a vantagem de permitir uma maior uniformidade.

Os gramados atuais estão bem longe de seus antecessores dos tempos medievais. Hoje, são densos e uniformemente compostos, resistentes às pragas e doenças, tolerantes a altas e baixas temperaturas e até conseguem competir e ganhar a briga contra as ervas daninhas e outras pragas. Tudo isso é fruto de uma série de pesquisas, em busca do desenvolvimento de híbridos e novas variedades especiais. Algumas altamente sofisticadas e para usos muito específicos como, por exemplo, as gramas para “greens” dos campos de golfe.


Por isso, é cada vez mais intenso o comércio de gramas no mundo inteiro, seja por meio de sementes, placas, tapetes ou a última novidade, os “plugs”, processo de propagação vegetal de gramas, que tem facilitado a vida de muita gente.

Seja como for, para alguns, o gramado é uma agradável composição para uma paisagem, seja ela doméstica ou não. Ele se vincula ao ambiente que o rodeia, compondo uma espécie de pano de fundo que integra o conjunto. De fato, as cores das flores parecem mais vivas quando circundadas pelo verde de um gramado, que também tem a propriedade de “clarear” e abrandar os espaços entre as árvores e arbustos de um jardim. Outros imaginam o gramado como uma sala de visitas ao ar livre. Um lugar para as brincadeiras das crianças, piqueniques da família, banhos de sol, leitura e até como um tapete macio, para gostosos cochilos à sombra de uma árvore, além do seu uso para a prática dos mais variados tipos de esportes.

 

Felizmente, existem técnicas especiais para se produzir e manter um gramado em boas condições. Com o objetivo de disseminar o conhecimento sobre as informações necessárias para se produzir, com qualidade, as variedades Batatais, São Carlos, Esmeralda, Santo Agostinho, Bermudas e Zoysia, o CPT – Centro de Produções Técnicas, elaborou o curso “Cultivo de Gramas e Implantação  de Gramados” no qual você estará recebendo informações do professor Cláudio Coelho de Paula, botânico do Departamento de Biologia Vegetal da Universidade Federal de Viçosa.  

Após fazer o curso e ser aprovado na avaliação, o aluno recebe um certificado de conclusão emitido pela UOV – Universidade On Line de Viçosa, filiada e mantenedora da ABED – Associação Brasileira de Educação a Distância.

Talvez seja a cor pacificante, ou a textura uniforme, que conduz as pessoas a terem uma atração especial pelos gramados. De uma forma ou de outra, isso só será verdade se eles se apresentarem uniformes e verdinhos. Gramados mal-cuidados são um quadro triste de se olhar. Passam imediatamente uma sensação de desmazelo e abandono.


Fonte: www.cpt.com.br/cursos-jardinagem

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10/07/2018

Como combater pragas no jardim?

Você sabia que muitos problemas e pragas nos jardins dos condomínios podem ser combatidos com alguns inseticidas naturais? O ideal é sempre consultar um profissional, porque os defensivos agrícolas em geral são muito sérios.

aplicação pode matar alguns insetos benéficos como as joaninhas e alguns pulgões, ou até mesmo matar as plantas. 

Para se livrar dos problemas comuns em jardins, como formigasdoenças, grama amarelada, cochinilhas etc., deve ser feita uma pulverização preventiva periodicamente contra fungos e pragas, utilizando sempre produtos de baixa toxicidade para evitar problemas de intoxicação de funcionários e moradores.

  • Reformas e projetos dos jardins
  • Dicas de manutenção dos jardins
  • Conheça as espécies de plantas mais adequadas para o seu condomínio
  • Poda de árvores: saiba quando e como fazer

A paisagista dá algumas dicas rápidas e objetivas de prevenção e combate:

Problema no jardimComo prevenirComo combater
Grama amareladaUsa-se água ou adubação; no inverno recobrir o gramado com matéria orgânicaCom água ou adubação; em casos mais graves é necessária a substituição de trechos ou do total do gramado
FormigasUtilizar formicida específicoCom formicida específico
Cochinilhas (praga que produz manchas brancas em folhas)Pulverizar (ver receitas abaixo)Com óleo mineral (óleo de Neen)

Para combater problemas simples sem usar produtos industrializados mais agressivos, há algumas receitas e soluções mais comuns para o dia-a-dia, utilizando práticas da agricultura orgânica:

Para diluir e fixar remédios: Solução Adesiva

100 gramas de sabão de coco (½ barra) e 2,5 litros de água.

Pique o sabão de coco em pedaços pequenos e coloque em uma panela juntamente com a água. Leve ao fogo, mexendo sempre, até que o sabão esteja completamente dissolvido. Espere esfriar e guarde em recipiente fechado. Esta solução por si só não é capaz de controlar os problemas, ela tem a função de diluir, espalhar e fixar os remédios sobre as plantas. Use-a misturando bem com outras fórmulas, momentos antes das pulverizações.

Contra pragas e lagartas: Calda de Fumo

50 gramas de fumo em corda (cerca de 8 cm) e 1 litro de água.

Pique o fumo em pedaços miúdos e coloque em uma panela juntamente com a água. Ferva a mistura por 25 minutos, acrescente a solução adesiva, mexa bem, tampe a panela e espere esfriar.

Coe e pulverize sobre as plantas no mesmo dia, pois o princípio ativo é muito volátil. Utilize luvas e máscara ao trabalhar com o fumo, pois ele é tóxico. Ao aplicar sobre frutas e verduras, respeite um período de dez dias de carência antes da colheita e lave-os muito bem antes de consumir. Indicada contra cochinilhas, pulgões, lagartas, etc.

Contra pragas e doenças em geral: Calda Bordalesa

  • Ingredientes: 80 gramas de sulfato de cobre (7 colheres de sopa), 80 gramas de cal virgem (7 colheres de sopa), 10 litros de água, 1 balde de plástico, 1 panela, 1 pano de algodão e um arame. 
  • Como fazer: Pulverize o sulfato de cobre e coloque-o no pano, como um sachê. Amarre o pano com o arame e pendure o sachê dentro do balde de plástico com 8 litros de água, de forma que ele não toque o fundo do recipiente, reserve. Faça o leite de cal, colocando cal virgem na panela e acrescentando lentamente 2 litros de água, mexendo até a completa dissolução. Esta mistura esquenta muito e pode queimar. Aguarde 24 horas para misturar as soluções. 
  • Verifique o pH da calda, mergulhando uma lâmina de ferro na solução. Se ela enferrujar na superfície em poucos minutos a solução está muito ácida e deve-se acrescentar mais leite de cal. Teste a calda até que o pH esteja neutro e ela não enferruje mais a lâmina. Se a solução estiver ácida, pode queimar as folhas. 
  • Aplique a calda bordalesa no mesmo dia, sem diluir.

Utilize sempre equipamentos de proteção individual ao fazer e aplicar as caldas descritas. Não aplique em dias chuvosos, nem sob sol muito quente. Evite aplicar os produtos durante as florações, pois eles podem prejudicar seriamente a frutificação.

Você encontra os ingredientes da calda bordalesa em lojas de produtos agropecuários, já o fumo em corda é facilmente encontrado em floras, lojas de artigos religiosos e mercados municipais.

Estas são as receitas clássicas, utilizadas na agricultura orgânica, no entanto existem ainda muitas receitas alternativas e naturais para o controle de pragas e doenças.


Fonte: www.sindiconet.com.br

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10/07/2018

PODAS | 08 dicas básicas

É possível operar maravilhas nas plantas através de boas técnicas de poda. O crescimento vegetal, tanto radial quanto vertical, é determinado pela concentração de hormônios de crescimento (auxina) nos ápices dos ramos, por isso, ao cortarmos a ponta dos galhos cortamos também o suprimento de hormônios daquela região. A planta então irá direcionar o crescimento para outros ramos, onde o hormônio de crescimento está abundante.

Através da poda seletiva podemos criar uma planta com a altura e diâmetro de nosso interesse, ou mesmo potencializar a produção de flores ou frutos.

1.  Quando podar os primeiros ramos

O momento ideal para as primeiras podas é diferente para cada espécie de planta, é preciso observá-la. A maior parte das plantas arbustivas, por exemplo, pode ser podada a partir do surgimento do quarto ou quinto par de ramos laterais. Corte os ramos mais baixos e não produtivos primeiro. Não há nada de errado em mantê-los na planta, mas quando chega a hora da floração estes ramos não produzirão muito, então pode-se eliminá-los desde o início. Este pequeno exercício também permite que a planta concentre mais energia nos ramos mais altos, que são mais produtivos.

 

2. Higiene e precisão

Utilize sempre instrumentos de corte limpos e afiados. Lâminas sujas ou enferrujadas podem ser vetores de contaminação para a planta, principalmente por que entrarão em contato com os tecidos condutores no interior da planta no momento do corte. É importante também que as tesouras de poda estejam bem afiadas, pois lâminas cegas maceram os tecidos da planta, o que dificulta a cicatrização.

 

Faça cortes em ângulos de 45º, assim evita-se que excesso de umidade fique acumulado no corte, o que pode favorecer o surgimento de pragas. Evite utilizar a mesma tesoura de poda em jardins outdoor e indoor. Por vezes é imperceptível, mas as pragas podem ser espalhadas para suas plantas indoor, trazidas ocultamente nas tesouras de poda. Esporos de fungos são os mais comuns.
 

3. Seja cuidadoso

Especialmente ao podar plantas jovens é importante tomar muito cuidado. Os ramos ainda estão crescendo como um todo e um corte no lugar errado pode arruinar com sua planta. Nunca use ferramentas de lâmina serrilhada, como facas ou serras, a não ser, é claro, se você for podar uma árvore. Evite arrancar os ramos com as mãos, pois isso cria zonas de avaria em uma região muito maior do caule em comparação à area de corte. Quanto mais tecidos internos ficarem expostos maior será a chance de contaminação por pragas.

 

4. Dê atenção às folhas

Ramos e folhas basais podem ser removidos como primeira poda.

Remova todas as folhas mortas ou moribundas. À medida que a planta cresce, as folhas dos ramos mais altos começam a sombrear as folhas baixas que, por não receberem luz suficiente, acabam amarelando e morrendo. Para a planta, cortar essas folhas tem o mesmo efeito que cortar nossas unhas. Mas deixe as folhas superiores em paz, elas irão se beneficiar da supressão das folhas velhas e baixas e crescerão com mais vigor.

 

5. Mantenha altura de sua planta de acordo com o espaço disponível

Em cultivo indoor é bem provável que exista limitações de espaço, tanto vertical quanto horizontal, a não ser que o cultivador disponha de um cômodo inteiro para o jardim. Aplicar as técnicas de poda certamente pode contornar a falta de espaço e mesmo assim proporcionar uma colheita farta. Por outro lado, se as plantas estiverem ao ar livre, a falta de espaço não será um problema, mas o excesso de crescimento do vegetal é que pode atrapalhar. Plantas maiores são obviamente mais imponentes e chamativas do que plantas menores, e elas podem causar transtornos quando invadem o espaço alheio.

 

6. Podas de cobertura – Redirecionando o crescimento da planta

Pode parecer contra-intuitivo cortar o ramo mais alto da planta, o ramo apical, mas essa técnica pode realmente favorecer em muito a produção de nos ramos mais baixos e resultar em uma colheita final mais abundante. Os ramos superiores no topo do crescimento do vegetal possuem compostos bioquímicos que restringem o crescimento dos ramos mais baixos, devido ao comportamento natural da planta em crescer em direção à luz. Quando cortamos a ponta do ramo superior, a planta redireciona os hormônios de crescimento para os ramos laterais mais baixos, fazendo o mesmo com o suprimento de água e nutrientes, resultando em um rápido desenvolvimento desses ramos. A técnica de poda de cobertura pode ser a próxima poda após a retirada dos primeiros ramos jovens. Ela contribui para que o cultivador inicie o processo de formatação da planta conforme sua necessidade e espaço disponível.

 

7. Permita o tempo de recuperação da planta após a poda

A poda de cobertura geralmente coincide com o período de início da floração, de acordo com o ciclo da planta. Muitos cultivadores iniciam os preparativos para a floração logo após a poda, mas é preciso dar tempo à planta. O corte dos ramos superiores ao final da fase vegetativa não é o mesmo que cortar alguns brotos ou pequenos ramos na planta jovem. A planta levará alguns dias para realocar os nutrientes e hormônios para os ramos laterais, cerca de 4 a 5 dias. Fique atento às regas nessa fase, pois a água é o meio de transporte dos nutrientes e hormônios pelo interior da planta, e por isso é imprescindível que ela não falte. Após 5 dias pode-se iniciar as mudanças necessárias para a floração, como troca de lâmpadas e fotoperíodo.

 

 8. Não faça podas durante a floração.

Uma vez que a planta começa a florir, será uma péssima ideia podá-la. Apenas as folhas velhas devem ser retiradas nessa fase. Durante a floração a planta está direcionando toda sua energia na produção das flores, já que esta é sua forma de reprodução e, como todo ser vivo, as plantas, “querem” se reproduzir e deixar seus descendentes. Por isso, e para nossa alegria, elas investem alto nas flores. Alguns cultivadores acreditam que submeter a planta ao estresse pode forçá-la a crescer mais rápido, mas teoricamente isso não é verdade, pelos motivos já mencionados. Portanto, deixe as plantas em paz na hora da floração e certamente você será recompensado por isso.

 Bons cultivos!


Fonte: http://www.greenpower.net.br

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29/06/2018

Cultivar um jardim faz muito bem à saúde!

Criar algo realmente bonito com as mãos, fazendo um belo jardim ou uma horta cheia de frutas e verduras, é um dos resultados da jardinagem. Mas a atividade também traz benefícios à saúde de quem mexe com a terra.

No meio da correria do mundo moderno, parar por um momento e entrar em contado com as plantas permite que as pessoas voltem a um estado primitivo que foi abandonado nas grandes cidades.


Trabalhar em um jardim alivia o estresse do cotidiano e até melhora o humor. E se você resolver plantar verduras e legumes ainda pode ter alimentos mais saudáveis e frescos a sua disposição. Confira abaixo algumas das maneiras que a jardinagem pode nos ajudar fisicamente e mentalmente e como trazer esses benefícios pra você e sua família.


Alívio do estresse:

Um recente estudo mostrou que a jardinagem pode ser mais relaxante do que várias outras formas de lazer. Dois grupos de pessoas que estavam estressadas foram separados nas seguintes atividades: leitura em ambientes fechados ou jardinagem, por 30 minutos. Ao final do estudo, o grupo que ficou no jardim estava com o humor melhor em relação a quem passou o tempo lendo.

Vivemos em uma sociedade em que sempre devemos estar ligados e prestando o máximo de atenção em tudo a nossa volta, seja em celulares ou emails. Mas essa capacidade de vigilância tem limite e pode gerar a fadiga de atenção, que vem acompanhada de mau humor, irritação e estresse.

A fadiga felizmente é reversível, e uma das maneiras de fazer isso é com a jardinagem, pois é um momento em que não precisamos nos esforçar para prestar atenção: esse processo é praticamente involuntário. Ou seja, trocar seu celular por plantas é uma ótima forma de acabar com o estresse e com a fadiga.


Melhor saúde mental:

A atenção sem esforço da jardinagem pode melhorar a saúde mental e evitar os sintomas da depressão.

Em um estudo realizado na Noruega, pessoas diagnosticadas com depressão, mau humor persistente ou transtorno bipolar passaram seis horas por semana cultivando flores e legumes. Após três meses, a melhora em todos os participantes era visível e o bom humor continuou mesmo três meses depois que o programa de jardinagem acabou.

Os especialistas sugerem que a jardinagem tenha força suficiente para fazer com que as pessoas encontrem saídas para as turbulências. Mas alguns cientistas têm uma teoria mais radical (e estranha) de como a jardinagem pode acabar com a depressão.

Camundongos foram injetados com bactérias inofensivas comumente encontradas no solo, e foi descoberto que elas aumentam a liberação de serotonina no organismo pelas partes do cérebro que controlam a função cognitiva e o humor – assim como as drogas antidepressivas fazem.

Ok, fazer sujeira com a terra pode não fazer o mesmo efeito que tomar Prozac, mas especialistas sugerem que a falta das velhas companheiras bactérias em nosso ambiente tem alterado nosso sistema imunológico. Encontrá-las novamente em contato com a terra pode reverter o quadro e diminuir problemas psicológicos.


Exercício:

Mexer com plantas não pode ser comparado com puxar ferro, e ao menos que você esteja transportando carrinhos de mão cheios de terra todos os dias, provavelmente a jardinagem não vai fazer muito por seu condicionamento cardiovascular. Mas cavar, plantar, capinar e repetir outras tarefas que requerem força e alongamento é uma excelente forma de exercício de baixo impacto.

Por isso, a jardinagem é uma atividade que pode ser feita por idosos, pessoas com deficiência e até por quem sofre de dores crônicas. Além disso, a jardinagem permite que você tenha contato com ar puro e sol, o que faz com que seu sangue se movimente melhor.


Saúde cerebral:

Algumas pesquisas sugerem que a atividade física associada com a jardinagem pode ajudar a reduzir o risco de desenvolver demência. De acordo com os estudos, a combinação de atividade física e mental envolvidas na jardinagem pode ter uma influência positiva sobre a mente.

Para pessoas que já estão sofrendo com transtornos mentais, como o Alzheimer, apenas andar por um jardim já é terapêutico. As paisagens, cheiros e sons que existem no ambiente natural promovem o relaxamento.


Nutrição:

O alimento que você mesmo planta é o mais fresco que você pode comer. E é ainda mais delicioso comer algo que você mesmo cultivou. Pensando nisso, por que não fazer uma horta cheia de frutas e vegetais? Além de ser um exercício divertido, a tendência é que quem plante os próprios alimentos se alimente de forma mais saudável.

Esse também é um bom incentivo para as crianças comerem mais verduras e menos alimentos artificiais. Estudos de programas de jardinagem em escolas sugerem que as crianças que mexem com jardins são mais propensas a comer frutas e legumes. E elas são muito mais aventureiras na hora de experimentar novos alimentos. Muitas comem alimentos verdes com sabor forte, como rúcula, sem medo.


Como começar?

Você não precisa de um grande jardim para se beneficiar com a jardinagem. Se você tem pouco espaço, vale plantar até em pequenos recipientes, como vasos e baldes, desde que estejam limpos e tenham buracos na parte inferior.

Existem inúmeras dicas de jardinagem em livros e na internet. Outra maneira de aprender novas formas de cuidar de plantas é conversando com aquele vizinho que tem uma horta ou que goste de cultivar um bonito jardim. A maioria vai gostar de compartilhar as habilidades, e essa é uma maneira agradável de começar a por as mãos na terra.

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08/06/2018

Adubos caseiros para seu jardim: 2 tipos eficientes!

Nossa dica especial de hoje é para quem possui um jardim caseiro, e quer dar mais vida e disposição para todas as suas plantinhas. Separamos neste artigo algumas dicas muito úteis para produção de adubo natural caseiro, que pode ser obtido com o uso de cascas de frutas e legumes, que possuem vitaminas e sais minerais muito importantes para saúde das plantas.

Outra dica bem especial é nossa receita de farinha feita com casca de ovo, que é rica em sais minerais, que ajudam no crescimento e fortalecimento das plantas de todos os tamanhos. Vamos conferi-las:


Casca de frutas e legumes para adubar seu jardim


Uma boa dica para adubar seu jardim caseiro é o uso de cascas de banana cortada em pequenos pedaços. Elas são ricas em fósforo e potássio, que são muito nutritivas para as plantas.

Outras cascas, como a da cenoura, do chuchu, da batata, da abóbora, dentre outras leguminosas, também são uma ótima opção para adubar seu jardim. E os legumes são ótimas fontes de vitamina para as plantinhas, além de deixá-las muito mais bonitas e viçosas.

 


Hidratação com água das flores e do cozimento


E quem ganha flores no final de semana, e as coloca em jarros, também pode se beneficiar de sua água após as flores murcharem. Esta água vai acumulando os nutrientes das flores, que você pode utilizar para regar as plantinhas de seu jardim.

Você também pode utilizar a água do cozimento dos legumes para regar suas plantinhas, desde que nela você não tenha colocado sal, óleo ou temperos. Esta água absorve muitos nutrientes e minerais liberados pelos alimentos na hora do cozimento, e que podem beneficiar seu jardim caseiro.

 

Farinha de casca de ovo


Outro adubo caseiro muito bom para todos os tipos de plantas do seu jardim é o uso da farinha feita com casca de ovo, que é rica em nutrientes e minerais indispensáveis para o bom crescimento das plantinhas.

 

E para fazer a farinha de casca de ovo em casa você deve primeiro colocá-las para secar na sombra, pois o sol pode fazer com que o nitrogênio das cascas seja perdido com o calor em excesso. Faça isso logo após o consumo, para evitar o mau cheiro.

 

Depois que as cascas estiverem secas, você pode guardá-las em um saco de pão. Serão necessários pelo menos 12 ovos para produção de sua farinha caseira.

 

Quando tiver juntado muitas cascas de ovos, amasse-as com cuidado dentro do saco de pão, para que os pedaços fiquem menores. Agora é só colocar as cascas de ovos em um liquidificador e bater até que você obtenha um pó fino, que é muito mais fácil de ser absorvido pela terra de seu jardim. Esta farinha com casca de ovo pode ser armazenada em um pote de vidro com tampa, e armazenada em um local fresco.

 

E para aplicar no seu jardim, basta uma colher de café em vasos pequenos, e duas ou três nos vasos maiores, que já é suficiente para beneficiar suas plantas. E a adubação pode ser repetida a cada 40 dias, caso seu jardim ainda necessite de uma boa adubação.

Aprendeu como fazer um bom adubo caseiro?

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06/06/2018

Como plantar estrelícia

Ave-do-paraíso é o nome popular mais comum para a estrelícia (Strelitzia reginae), planta de aparência exótica e cores vivas muito apreciada para ornamentação de ambientes. Tem apelo comercial que assegura as vendas como flor de corte, para realização de arranjos decorativos para salas residenciais, escritórios, salões de festas, entre outros locais.

A estrelícia também é bastante requisitada para cultivo em jardins por suas touceiras exuberantes a pleno sol. Resistente ao vento, pode ser plantada para embelezar frentes de casas, prédios e estabelecimentos diversos, além de praças e parques. É uma boa escolha para seguir o contorno das beiradas de caminhos em entradas de sítios e chácaras.

 

Quando bem formada, uma única touceira tem capacidade para produzir até 20 hastes florais por ano. Mas as flores vistosas e de qualidade nascem apenas após o quarto ano de plantio. Para não atrasar o desenvolvimento das estrelícias e contar apenas com hastes firmes, agricultores experientes descartam as que surgem nos primeiros quatro anos de vida.

Pertencente à família Strelitziaceae, a estrelícia é uma espécie subtropical que atinge até 1 metro de altura. Sensível à variação da temperatura, apresenta maior tendência de crescimento nas épocas mais quentes, especialmente em uma faixa que vai de 22 ºC a 25 ºC.

Na extremidade da haste, as inflorescências surgem a partir de uma folha modificada (bráctea) de tom avermelhado. Ela envolve as flores, que são compostas por quatro pétalas grandes em forma de seta, sendo duas de cor alaranjada e duas azuis, que se abrem sucessivamente. Ao serem polinizadas por pássaros e insetos, geram frutos secos, duros e cheios de sementes envolvidas por uma camada carnosa alaranjada coberta por uma capa protetora negra.

Possui caule rizomatoso e envolvido por uma grande bainha na base do pecíolo. As folhas são coriáceas e elípticas, de coloração verde-escuro na face superior e verde-acinzentado na parte inferior, com pecíolos longos.

Devido à beleza e ao formato curioso, a estrelícia, originária da África do Sul, espalhou-se rapidamente pelo mundo logo que foi introduzida no continente europeu, em 1770. No entanto, foi a partir de 1900 que o cultivo da planta ornamental passou a ser difundido, atingindo uma escala mais volumosa de produção.

Foi na Inglaterra que a flor recebeu sua identificação Strelitzia reginae no meio científico. O nome foi uma homenagem dada à rainha Carlota Sofia, esposa do rei inglês George III e descendente de Mecklenburg-Strelitz, um pequeno ducado no norte da Alemanha.

Mãos à obra

>>> INÍCIO A principal variedade comercial de estrelícia para flor de corte é a Strelitzia reginae. Para uso como planta de jardim, as opções por aqui são as de porte alto S. nicolai, S. angusta e o resultado do cruzamento entre as duas, a S. Kewensis.

>>> PROPAGAÇÃO Se por sementes, é necessário quebrar a capa que as envolve dando um banho em ácido sulfúrico por um período de cinco a dez minutos. Em seguida, lave-as em água corrente e faça a semeadura em canteiros com substrato leve e rico em matéria orgânica. Em boas condições, germinam em 20 a 30 dias. Apesar de levarem de quatro a seis anos para a produção de hastes de 1 metro de comprimento, as plantas podem durar de 20 a 25 anos. A propagação por divisão de touceiras (rizomas) tem a vantagem de produzir mais precocemente. Mais recente, outro método é o cultivo in vitro, que demanda domínio da técnica e laboratório especializado.

>>> AMBIENTE A estrelícia desenvolve-se bem em regiões com clima subtropical. Exige insolação plena pelo menos durante metade do dia. Sombreamento, somente se for leve, não devendo passar de 30%. Gosta de umidade relativa do ar a 70% e tem tolerância a geadas não intensas.

>>> PLANTIO Deve ser em solo profundo, ligeiramente ácido e rico em matéria orgânica e com bom suprimento de água, mas não encharcado. Prepare bem a terra, eliminando os torrões. Evite áreas com declividade, pois a planta não faz uma boa cobertura de solo.

>>> ESPAÇAMENTO São indicadas medidas de 1 metro entre plantas e 2 metros entre linhas. Nas covas, coloque 10 litros de esterco bem curtido. Como alternativa, recomenda-se a adição de 300 gramas de fertilizante com formulação 4:14:8 por cova no início da primavera e outra no verão. Também é opção o uso mensal de fertilizantes nitrogenados (sulfato de amônia) em porções de 10 gramas por touceira. As doses ou a frequência de adubação, contudo, devem ser feitas por recomendação técnica segundo a análise de solo.

>>> IRRIGAÇÃO Indicada para manutenção do solo úmido, mas sem que ocorra encharcamento. Durante o verão, realize duas irrigações por semana. O uso de cobertura morta ajuda a reduzir a evaporação de água e mantém a umidade e a temperatura do solo.

>>> CUIDADOS Assegure a sanidade das mudas, o bom preparo do solo e as pulverizações com inseticidas e fungicidas para manter a planta produtiva caso ocorra incidência severa de pragas ou doenças.

>>> PRODUÇÃO Quando a primeira flor abrir, a estrelícia chegou ao ponto de colheita. Por ser quebradiça, é importante ter cuidado no manuseio. As hastes florais são colhidas com tesoura de poda ou faca limpa e afiada. Em média, a cada dois dias surge uma nova flor. Pode ser armazenada em câmara fria, com temperatura em torno de 10 ºC, por até dez dias.

Raio X

Solo: profundo, levemente ácido e rico em matéria orgânica

Clima: prefere temperaturas entre 22 ºC e 25 ºC

Área mínima: pode ser plantada em vaso

Colheita: inicia-se assim que abrir a primeira flor

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