Notícias

21/05/2018

O uso da madeira no jardim

A madeira é um material de notável versatilidade usada nas construções, desde sua estrutura até ao telhado. Mas, e no jardim? Como usa-la?

Podemos usar madeiras velhas de demolição em conjuntos de bancos de varanda e jardim. Na criação de caminhos originais usamos dormentes de trilhos ferroviários. Estes, quanto mais marcados pelo tempo, mais perfeitos hão de ficar.


Dos antigos postes de luz, das suas cruzetas, fazem-se “cachepots”, vasos, bancos e painéis para jardins verticais. São encontradas em lojas especializadas ou nos interiores do país.


Além das peças antigas, as madeiras novas terão sempre o seu lugar. Do ipê e da teca fazem-se pergolados, decks e móveis. Essas madeiras são resistentes às intempéries.


A vantagem da teca sobre o ipê é que aquela provém de reflorestamentos, com selo de certificação florestal pelo Conselho de Manejo Florestal (Forest Stewardship Council – FSC) enquanto o ipê, não raramente, é proveniente de extração ilegal. Ao comprar madeiras deve-se ficar atento a esta questão da certificação!


A madeira do eucalipto é proveniente de reflorestamento, e, portanto também certificada. Quando recebe tratamento químico e térmico pode ser usada em cercas, casinhas na árvore, parques infantis entre outras aplicações.


Um dos mais simples usos da madeira é como protetor de solo e acabamento de canteiros. Neste caso são usadas cascas de madeira, geralmente de eucalipto.


Contudo, quando se se planeja usar madeira no jardim, leve em conta o trabalho na manutenção que este material demanda. Seja madeira nova ou usada, ela deve ser protegida para evitar a rápida deterioração.


As madeiras que ficam expostas ao tempo precisam ser tratadas com verniz ou stein (resina de efeito decorativo que ressalta a tonalidade natural da madeira, além de ser hidro-repelente e fungicida). Já os móveis de madeira de demolição recebem uma boa camada da também hidro-repelente cera de carnaúba (obtida a partir derretimento e filtragem da resina extraída manualmente da película protetora das folhas da palmeira carnaúba, é vendida sólida e deve ser derretida em banho-maria antes do uso).


"Um jardim em que se emprega madeira torna-se sempre mais aconchegante e encantador!"


Fonte: http://www.mundohusqvarna.com.br

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07/05/2018

Rosas: cultivo e poda

A mais popular das flores é a rosa. Ter rosas no jardim não requer extenso conhecimento de jardinagem, apenas cuidados básicos. O prêmio será a reconhecida beleza aveludada de suas pétalas, com o bônus do seu delicado perfume.

Rosas dever sem plantadas preferencialmente em ambientes arejados e bem iluminados, pois as flores e folhas são suscetíveis a pragas e fungos, principalmente em regiões muito chuvosas.

Solos com boa drenagem são os mais indicados, como os argilosos. Rosas crescem melhor em solos com pH neutro; lojas especializadas vendem kits para aferição da acidez ou alcalinidade do solo.

As várias espécies de rosas não precisam de uma época específica para serem plantadas, em geral. Evite dias muito quentes e prepare o solo, adubando o local com esterco e farinha de osso. Os buracos onde a rosa será plantada deve ter pelo menos 40 cm de profundidade.

No início, regue as rosas diariamente e com moderação, sem encharcar o solo até a primeira floração; depois, basta uma rega semanal em dias frios e duas em períodos de baixa umidade do ar.

Reforce a adubação pelo menos duas a três vezes por ano; prefira adubos orgânicos, como esterco.

A poda das rosas deve ser feita preferencialmente no Inverno. Especialistas recomendam os meses de Julho e Agosto. Retire folhas e ramos secos e faça a poda diagonalmente, para que a rosa brote mais viçosa, um centímetro acima da gema (aquele nó no caule da rosa). Se a rosa for do tipo rasteira, a poda é geralmente baixa (uns 20 cm acima do solo); se for uma rosa tipo arbusto, uns 80 cm acima; rosas silvestres e trepadeiras podem ser podadas acima deste nível (3 a 4 metros, por exemplo).

 

Fonte: jardinagemepaisagismo.com


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26/04/2018

Jardinagem para principiantes - um guia rápido

Todos sonham em ter um jardim bonito, sumptuoso e verde. Mas depois a realidade bate-nos à porta e a falta de tempo e de fundos destroem esse sonho. E talvez até não tenha assim tanto jeito para o jardim como pensava.

 Aqui estão oito boas dicas para ajudar os principiantes e os novatos em jardinagem a ter sucesso:

 1. O que quer fazer com o seu jardim? Uma zona de recreio para os miúdos, uma horta-jardim ou um mar de flores? 
É difícil articular todos os seus desejos e aspirações. Portanto modere-se, pelo menos no início. Levará algum tempo a criar o seu Éden pessoal. Considere quais as funções que gostaria de ter no seu jardim - áreas de repouso, zonas de recreio, canteiros - antes de começar a trabalhar. 

2. Comece devagar...
Se é o novo proprietário de uma moradia ou de um apartamento com jardim ou plantações, o melhor é começar devagar durante a primeira estação. Sob a terra negra poderá descobrir os sonhos do seu antecessor para o jardim. Muitas plantas são vivazes e irão florescer ano após ano. Outras áreas poderão ter de ser escavadas e revitalizadas.

 

3. Quanto é que conseguirá fazer sozinho?

Aqui a questão é equilibrar tempo, conhecimentos e dinheiro. Para muitos jardineiros grande parte do encanto é fazerem tudo sozinhos. Outros contratam profissionais: designers de jardins ou paisagistas. Mas raramente estará completamente sozinho. Pode sempre pedir ajuda aos seus vizinhos... 

4. Quais são as condições climatéricas onde vive?

Podem existir vários tipos diferentes de zonas em termos de clima num único país. Ao começar, é boa ideia informar-se junto do seu centro de jardinagem ou viveiro local. Eles sabem tudo o que é preciso sobre vegetação, clima e solo. Comprar plantas ao calhas sem se informar primeiro poderá ser um risco que lhe sairá caro. 

5. Altura, estação e cor
Há três aspectos simples que deve ter em mente quando plantar um canteiro: a altura, a estação e a cor. Assegure-se de que escolhe espécies cujos períodos de floração não coincidem para assim alargar a estação. Misture cores que fiquem bem umas com as outras. Certifique-se de que as plantas altas não escondem as mais baixas. 

6. A qualidade compensa
Naturalmente, existem ferramentas baratas e flores a preços baixos à venda em supermercados. Mas as plantas não florescem em terrenos maus e oligotróficos. As ferramentas devem durar mais do que uma única estação. Compre materiais e ferramentas de qualidade! Compre menos artigos mas de maior qualidade e estes irão durar muito mais tempo. 

7. Partilhe com amigos e vizinhos
Nem todas as pessoas na sua vizinhança precisam do seu corta-relva ou cultivador próprios. Peça emprestado aos seus vizinhos ou então juntem-se e dividam os custos sempre que fizerem investimentos maiores (e comprem produtos de alta qualidade!). Pode partilhar e trocar plantas e bolbos com os seus amigos e vizinhos, trocar dicas e estratégias, e podem ajudar-se uns aos outros quando for preciso levantar pesos pesados. E não se esqueça de os convidar para uma festa no jardim como forma de agradecimento! 

8. Ferramentas úteis para o novato no jardim

- Uma pá para cavar 
- Um ancinho 
- Um corta-relva 
- Tesouras de jardim 
- Tesouras de podar 
- Mangueira e aspersores 

 

Fonte: http://www.gardena.com


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11/04/2018

Como implantar um gramado

Quem nunca sonhou com um tapete de grama verdinho? Pra deitar e rolar, fazer esportes, piqueniques ou simplesmente para contemplar? Pois saiba que isso é possível e cabe em todos os bolsos, basta ter um cuidado especial no plantio e a medida certa de carinho na manutenção. Afinal, tudo que é feito com amor e atenção fica bonito. Este artigo não pretende desvendar todos os segredos para o plantio de gramados perfeitos, daqueles de golfe, mas com certeza fornecerá a ajuda inicial para um gramado bonito e sem falhas. Vamos lá?

 

O primeiro passo para implantar um gramado é a medição da área. Não deixe esta tarefa com a gramadora, pois sabendo exatamente quantos metros quadrados há, você poderá economizar uns bons reais. Arme-se de trena e mãos a obra. Nesta hora um ajudante é muito útil para segurar uma das pontas da fita. Para áreas maiores utilize uma corda extensa, marcando os metros com fita adesiva. Em áreas maiores ainda é imprescindível o uso do GPS, que hoje em dia é tão acessível. Em áreas irregulares, vale lembrar as fórmulas de geometria para calcular a área direitinho.

 

Colete também informações sobre o tipo de solo, o clima e o uso a que estará sujeito o novo gramado, pois cada espécie é mais adaptada a um ou outro tipo de situação e, definir isso antes, evita grandes erros.

 

É importante ter em mãos o projeto paisagístico, ou pelo menos um rascunho de onde ficarão os canteiros, os caminhos, os arbustos e as arvores. Assim ficará mais fácil excluir estas áreas da metragem total. Não esqueça de levar em conta as áreas que ficarão sombreadas, pois elas precisarão de algum outro tipo de forração que não seja a grama. Plantar grama em áreas sombreadas (e insistir nisso) é um dos erros mais comuns. Gramas gostam de muito sol, mesmo aquelas que toleram áreas semi-sombreadas nunca ficam tão bonitas e fechadas quanto se estivessem sob o sol.

 

Após medir, faça a coleta de uma amostra para a análise de solo. Muitas pessoas pulam essa parte, o que acaba custando o futuro do gramado. Tenha em mente que a análise de solo fornece informações valiosas sobre o tipo de solo, sua condição física atual, além de dados sobre a fertilidade. É um teste muito barato, simples e que fica pronto rapidamente. Procure o laboratório de análises de solos mais próximo e peça as instruções para a coleta da amostra. Não tem laboratório de solos por perto? Não é desculpa, pois muitas empresas aceitam remessas enviadas pelo correio. Uma busca rápida na internet e você encontrará um punhado delas.

 

Após a análise fica muito mais fácil corrigir a fertilidade e o pH. Você não desperdiçará recursos e também não faltarão as condições que o seu gramado precisa para se desenvolver pleno e saudável. Não esqueça que a calagem deve ser feita com pelo 3 meses de antecedência, para corrigir adequadamente o pH do solo e não interferir nos fertilizantes aplicados durante o plantio.

 

Esse é o momento ideal de decidir também se o seu gramado terá irrigação automática ou não. Na dúvida consulte um agrônomo especializado. A implantação de um sistema de irrigação automática pode não ser muito barata, mas é um investimento muito válido, que poupará tempo (e dinheiro gasto em água) na hora de irrigar o gramado futuramente.
Após todas as medições, cálculos e análises feitas, escolha a grama que mais se adapta às suas condições e seu gosto pessoal. Veja no link a seguir os diferentes tipos de gramas utilizados no Brasil:
https://www.jardineiro.net/classe/gramados

 

Tenha o cuidado também de drenar áreas empoçadas ou muito úmidas do terreno neste momento. As gramas não toleram excesso de umidade e ficam sujeitas a pragas e doenças nestas condições. Além de que, o crescimento do gramado fica desigual com áreas mais secas, intercaladas com áreas mais úmidas. Isso pode ser melhorado por meio de um adequado nivelamento do terreno, o que ajudará também no aspecto uniforme da grama.

 

Um agrônomo também poderá ajudá-lo a eliminar as ervas daninhas antes da implantação. Áreas pequenas são facilmente controladas com a capina, mas áreas maiores necessitarão de um herbicida não seletivo e de baixo poder residual. Os mais modernos se degradam rapidamente em contato com o solo e assim permitem que o gramado seja plantado no dia posterior à aplicação.

 

Após o controle das daninhas, prepare o terreno, removendo todo e qualquer entulho e destorroando bem os primeiros 15 cm do solo. Se a matéria orgânica estiver baixa ou se o solo for excessivamente argiloso ou arenoso (a análise dirá isso), adicione terra vegetal de boa procedência, que foi bem compostada, livre de sementes de plantas daninhas. Na dúvida, prepare seu próprio composto e garanta que ele atingiu altas temperaturas antes de utilizá-lo no gramado.


Fonte: Jardineiro.net


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05/04/2018

Jardins verticais: decoração alternativa que diminui os efeitos da poluição das grandes cidades.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que a poluição do ar é considerada um problema grave nas grandes cidades. Recentemente, a revista científica The Lancet, divulgou um estudo feito durante dois anos em 188 países, que tem como objetivo mostrar os efeitos da poluição para a saúde mundial.

Durante o levantamento, foi comprovado que a poluição do ar foi responsável por mais de 70 mil mortes no Brasil em 2015, deixando o país na 11ª posição, somente atrás de países dos continentes Asiático e Africano.

 Apesar dos números expressivos revelados nos estudos, existe o apoio de uma grande parcela da população e de empresas na busca da diminuição das ações dos gases na atmosfera, o que ajuda a reduzir os efeitos agressivos à saúde. Entre as iniciativas vistas ao redor do mundo, uma tendência que se destaca é a construção de jardins verticais. Além da praticidade, eles tornam a área urbana mais bonita, trazendo o verde para perto em áreas internas ou externas. De acordo com Suelen Oliveira, gerente de marketing da PlastPrime (empresa presente no mercado de jardins verticais), essa é uma ótima forma de ajudar na redução da poluição. "Construir uma parede verde, que é totalmente ecológica e sustentável, auxilia na redução da poluição por conta da troca de carbono feita pelas plantas. Além disso, um jardim vertical pode ajudar no isolamento térmico e acústico do ambiente. Também já foi comprovado por meio de estudos, que a presença de plantas em um ambiente ajuda na diminuição do estresse do dia a dia."

 

De fácil instalação, os módulos para jardim vertical da PlastPrime, conhecidos como Plastwall, possuem duas versões, de 6 e 12 litros, e atendem às necessidades de quem busca construir uma parede ecológica com plantas, folhagens ou hortaliças. O ambiente fica mais fresco e a vegetação ajuda a amenizar a propagação dos ruídos em até 40%. “Todos os módulos possuem sistema de drenagem, suporte para irrigação e tem o diferencial de impermeabilizar a parede, evitando infiltrações ou rachaduras. Trata-se de um produto leve, produzido com polipropileno ou polipropileno reciclável de caixinhas longa-vida, pode ser colocado em qualquer parede. Em caso de mudanças, os módulos podem ser realocados sem danificar o produto, evitando assim a perda do investimento”, explica.

 

Crédito de carbono

O crédito de carbono é um certificado emitido quando ocorre a redução da emissão de gases do efeito estufa, principal objetivo desse mercado de créditos que foi criado com a assinatura do Protocolo de Quioto, em 1997. Atualmente, cerca de 15 países cobram impostos sobre a emissão do gás carbônico, e em 17 regiões o carbono já é uma commodity.

Desenvolvido para criar jardins verticais, este sistema modular poderá auxiliar as empresas e pessoas que buscam o crédito de carbono, quando implementado no Brasil. Porém, ainda não foi definido como o crédito funcionará e sua implementação é um processo moroso.

 

Certificação LEED

LEED é uma sigla para Leadership in Energy and Environmental Design, isto é, Liderança em Energia e Design Ambiental. E foi criado com o intuito de promover e fomentar práticas de construção sustentável, uma vez que era preciso estabelecer estratégias e padrões para criar edifícios sustentáveis.

Uma parede verde contribui com créditos para obter essa certificação e um edifício certificado economiza dinheiro durante seu ciclo de vida e ajuda o meio ambiente e a sociedade como um todo. Isso sem contar na valorização e status do imóvel que tem essa certificação. De acordo com estudo realizado pela consultoria Ernest Young, em parceria com o GBC Brasil, divulgado em 2013, a participação das edificações registradas LEED no PIB da construção no Brasil chegou aos 10%, com expectativa de crescimento.

Ter um jardim vertical é fácil, rápido e as vantagens, como vimos, são inúmeras. Com o apoio de todos, é possível deixar as cidades com menos poluição, resultando em benefício para a saúde da população.

 

 

Fonte: Paisagismo em Foco


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24/03/2018

10 DICAS para economizar água na hora de regar o jardim

Economizar água no jardim não é uma ideia nova, mas atualmente tem se tornando absolutamente importante. Além de reduzir a conta de água, o meio ambiente agradece o cuidado.

1. Irrigue de forma inteligente. Ao irrigar à noite, você reduz as perdas por evaporação, e dá mais tempo para as plantas se reidratarem. Também reduza a irrigação de 5 vezes por semana para no máximo 2. Não irrigue quando houver previsão de chuva iminente. A redução gradativa na frequência das regas, força as plantas a aprofundarem suas raízes, tornando-as cada vez mais independentes.

2. Plante as espécies certas. Ao escolher espécies nativas da sua região, pode ficar tranquilo que elas perfeitamente vão se encaixar no clima e no regime de chuvas locais, dispensando regas suplementares. Também prefira as oriundas de regiões áridas, como as suculentas em geral. Essas plantas tem estruturas e maneiras especializadas na economia de água.

3. Utilize cobertura morta. Evite a perda de água pelo solo, cobrindo os espaços entre as plantas com uma cobertura morta, tal como palha, folhas secas, casca de pinus, serragem grossa, etc. Vale até papel e panos velhos. A cobertura se decompõem, nutrindo as plantas, evita o surgimento de ervas daninhas e reduz drasticamente a evaporação da água.

4. Colete a água da chuva. Monte um coletor para aproveitar a água que escorre do telhado pelas calhas. Há ideias simples e de fácil aplicação. Procure uma que se encaixe à sua realidade.

5. Recicle. Regue as plantas com a água que sobra na cozinha, como àquela que sobrou no copo de beber, a utilizada no cozimento dos legumes e da massa. Só não pode utilizar águas contaminadas com sal.

6. Plante árvores. As árvores sombreiam o jardim e as casas, reduzindo a temperatura. Além disso, depois de bem estabelecidas, não necessitam irrigação e são capazes de encontrar a água de que necessitam das profundezas do solo. A água transpirada pelas árvores ainda toma parte na umidade ambiental que favorece a formação das nuvens de chuva.

7. Reduza o espaçamento. Em hortas, você pode economizar água adensando os plantios. Assim a área a irrigar e a área exposta de solo é menor.

8. Controle as ervas daninhas. Além de deixar seu jardim feio, as ervas daninhas competem por água e nutrientes.

9. Proteja contra os ventos. Plante arbustos quebra-ventos, para reduzir a evaporação tanto do solo quanto das plantas.

10. Utilize pisos porosos. Cubra caminhos e decks com pisos capazes de drenar a água. Assim a água não se perde para a rua, ela penetra no solo e ajuda a irrigar profundamente as plantas do seu jardim.


Fonte: www.jardineiro.net

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14/02/2018

Os benefícios do Paisagismo Corporativo

As empresas estão, cada vez mais, investindo em soluções verdes com o objetivo de contribuir para a diminuição dos impactos ao Meio Ambiente. O curioso é que os benefícios vão muito além da preservação. Um estudo realizado pela Universidade de Queensland, na Austrália, aponta que um escritório decorado com plantas pode aumentar em até 15% a produtividade, melhorar a satisfação e a qualidade de vida dos colaboradores.

 Segundo a pesquisa, um escritório com plantas ajuda o profissional a ficar fisicamente, mentalmente e até emocionalmente mais envolvido em seu trabalho.

 Por dois meses a equipe monitorou a produtividade dos colaboradores de escritórios com e sem plantas do Reino Unido e Países Baixos e fez entrevistas com as pessoas para saber as percepções da qualidade do ar, concentração e satisfação no trabalho.

 Os colaboradores ficaram mais satisfeitos com o seu local de trabalho e relataram o aumento de concentração e melhora na qualidade do ar.

 Outros benefícios do paisagismo corporativo, quando bem elaborado, contribuem para a boa imagem da empresa em relação aos seus clientes e os colaboradores que frequentam o local diariamente, demonstrando assim a sua preocupação sustentável.

 É possível fazer qualquer tipo de paisagismo que enriqueça o ambiente empresarial. Basta um pouco de planejamento e boas ideias. Se for um ambiente pequeno, a dica é trabalhar com vasos e plantas que se adaptem ao local. Se espaço for um pouco maior é possível executar um canteiro, por fim se a empresa tiver uma área verde a opção é desenvolver um paisagismo com plantas tropicais e mais grandiosas.

 A ideia é buscar por plantas ornamentais com baixo custo de manutenção; de médio e grande porte para trazer mais grandiosidade ao projeto.

Vale destacar que os cuidados com áreas verdes são necessários independente do local em que as plantas são instaladas. É preciso ser um lugar minimamente arejado e com incidência de luz, usar substrato de qualidade e plantas de boa procedência. Para a conservação é ideal que a empresa faça a manutenção periódica com tratamento fitossanitário preventivo.


fonte: paisagismoemfoco

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20/01/2018

Paisagismo e iluminação

PAISAGISMO E ILUMINAÇÃO!

Aliados a arquitetura moderna, o paisagismo e a iluminação são elementos que complementam e valorizam um ao outro.

Um projeto paisagístico e luminotécnico têm o poder de enaltecer a fachada de uma casa e, por isso vem se consagrando cada vez mais como forte tendência.

Tanto que atualmente é muito comum ver fachadas de casas modernas com paisagismo e iluminação, realidade que pode ser constatada em comparação as fachadas de casas mais antigas.

Além da característica estética que ambas possuem, a iluminação se destaca por garantir mais segurança e o paisagismo por amenizar o calor.

Harmonizados com a fachada da casa, a iluminação e o paisagismo confere sofisticação e valorização. E pode ser usados tanto para destacar quanto disfarçar a fachada.

No paisagismo, algumas observações precisam ser levadas em consideração como respeitar os caminhos de circulação e acessos, bem como possuir uma composição paisagística mais baixa, o que facilita a visão tanto de quem entra e sai da casa.

Assim como os efeitos das plantas são diversos, suas espécies também e a escolha depende de inúmeros fatores como harmonia, beleza, gosto e clima - o mais importante. Comumente as plantas mais usadas no paisagismo das fachadas são plantas verticais (palmeiras, pandanus e dracenas) que dão mais imponência ao local. Plantas horizontais (buxos, cicas, heliconia, iris) que preenchem o jardim e forrações (singonio, jiboia, barba de serpente, grama amendoim) que são usadas para cobrir toda a terra do jardim.

A tendência do paisagismo moderno são jardins mais limpos, de modo que eles valorizem a fachada e não sobrecarreguem.

 

Já a iluminação, tem o poder de valorizar tanto a fachada quanto o paisagismo, ressaltando as formas, cores e texturas de ambos.

A ideia da iluminação cênica/decorativa é iluminar algumas plantas como se fosse de dia (não precisa ser todas) e destacar os detalhes da arquitetura da casa.

As luzes recomendadas são as frias (brancas) e as lâmpadas de led se possível, pois duram mais, gastam menos energia e são mais resistentes a jatos de água ou então as halógenas que alternam intensidade e tonalidade de luz.

 

As lâmpadas devem ser comportadas em spots, arandelas, balizadores, postes...de acordo com a necessidade do projeto paisagístico e dos detalhes da fachada.

A estrutura elétrica deve ser projetada com antecedência na fachada e no jardim para garantir que ambas fiquem devidamente escondidas e no caso do jardim evitar que os fios entrem em contato com a terra e sejam facilmente danificados.

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06/12/2017

5 DICAS PARA TER UM JARDIM DE ARRASAR

Cultivar plantas pode parecer fácil para alguns, mas não é nada obvio para outras pessoas. São muitas as variáveis: a escolha da espécie, o local, o modo de cultivo e tantos outros fatores, que podem resultar em exemplares mortos e espaços pouco práticos. Para te ajudar a manter seu jardim saudável e bonito, montamos uma lista com 5 pontos essenciais. São truques objetivos, revelados por nossos paisagistas profissionais. Se você segui-los, vai ficar fácil cuidar da área externa.

Manutenção
Os donos desta casa de campo faziam questão de ter muitas flores, com maciços cheios e coloridos. Para quem, como eles, planeja ter um jardim com variedade de espécies e floração intensa durante o ano todo, a paisagista Paula Galbi aconselha: é preciso cuidar da adubação e do controle de pragas. “Acho fundamental fazer uma manutenção mensal e investir em um sistema de irrigação automática, especialmente se o terreno for grande”, diz.

Variedade
A arquiteta paisagista Catê Poli gosta de misturar várias espécies - e esta dica vale até para jardins pequenos, como este vertical. “Deixa mais interessante”, conta. Neste projeto ela dispôs de forma aleatória samambaias, , trapoeraba, hera-estrela, aspargo-pendente, filodendro-xanadu, véu-de-noiva, barba-de-serpente e chifre-de-veado.

 Porte
Antes de plantar qualquer espécie, informe-se sobre quanto ela vai crescer para não ter de trocá-la de lugar. O fícus, por exemplo, é uma árvore de raízes profundas e invasivas, capazes de estourar tubulações e deformar pisos. Se não abrir mão de plantas assim, cultive-as em vaso, de preferência de concreto armado para limitar o crescimento. 

 

Lugar certo
Também é importante levar em consideração o local do plantio. Áreas de circulação, por exemplo, costumam ser estreitas e não combinam com espécies com espinhos e folhas pontiagudas, como iuca, cica e dasilirium. Opte por aquelas que podem ser controladas por poda, como murta, tumbérgia-arbustiva, podocarpo e nandina. Projeto de Claudia Diamant. Dentro de casa, veja se os vasos não vão atrapalhar a circulação.

 Vento

Se o jardim está sujeito à ventos fortes, evite o uso de espécies com folhas largas e compridas, pois elas rasgam facilmente. Prefira as mais resistentes, como viburno, agave, cica, dracena, clúsia, orquídea-bambu (foto), bálsamo, cróton, mussaenda, vinca, lavanda e zamioculca. 

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24/11/2017

Tipos de Palmeiras para Jardins

A decoração de casas esta cada vez mais em alta, as pessoas estão preocupadas em embelezar as fachadas de suas casas com revestimentos e seu interior com lindos móveis planejados e demais objetos decorativos, más o que sem dúvidas chamará a atenção das pessoas é a frente da sua casa, onde muitas vezes está sendo dominada por lindos jardins, cada vez mais esses jardins engrandecem o ambiente com plantas e flores incríveis, más nada se compara a algumas lindas palmeiras, passando aquela impressão de grandeza e beleza.

Como existem variadas espécies e tipos de palmeiras para jardins, logo abaixo vamos disponibilizar algumas das mais belas e mais utilizadas nas residencias para decoração, desde palmeiras pequenas até aquelas enormes plantadas em frente as nossas casas ou próximas as piscinas.

Jardim pequeno com palmeiras

É comum as pessoas fazerem jardins pequenos e planejados, que não ocupem muito espaço, e de pouco trabalho. Pois não adianta nada você ter aquele jardim enorme e não ter tempo de cuidá-lo, acaba dando uma má impressão do mesmo, agora um jardim pequeno, simples, bem cuidadinho fica lindo, causando um impacto positivo, e as palmeiras de pequeno e médio porte se encaixam perfeitamente neste tipo de jardim.

 

Jardim com palmeiras real

Se você esta procurando uma palmeira que não cresça muito, esqueça esta espécie. A palmeira real é uma das maiores palmeiras que existem, crescem bastante e são recomendadas para locais onde não há problema quanto à altura, muitas vezes fica legal quando plantada na frente da sua casa, próxima a garagem ou caso sua residencia possuir muro, poderá plantá-la na calçada servindo como decoração, apesar de não fazer sombra é bem bonita.

 

Jardim com palmeira areca

Esta espécie é bem comum e fácil de ser encontrada, possui o caule fino e muitas vezes vários caules nascem lado a lado,  cada caule possui várias folhagens que juntas conseguem até mesmo produzir sombra, apesar de seus frutos não serem comestíveis a palmeira areca é bem útil para decoração e fácil de ser cuidada.

 Jardim com palmeira azul

Talvez uma das espécies de palmeiras mais belas existentes é a palmeira azul, diferente das demais não é vista com facilidade nos jardins residenciais, uma planta mais exótica e muito bonita por sinal, como seu nome já diz possui suas folhagens azuladas em formato de leque, geralmente não crescem muito comparado a palmeira real, possui um caule mais curto más ao mesmo tempo bem grosso, ficando fantástica em seu jardim juntamente a algumas flores coloridas.

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18/10/2017

Plantando Rosas em Vasos

Rosas: a flor clássica.

Suas cores possuem até mesmo significados especiais. São tão adoradas que muitas pessoas as cultivam em jardins ou mesmo em vasos.

A rosa é um arbusto de folhas semi-decíduas em algumas regiões de clima mais ameno. Florescem da primavera ao outono e são muito exigentes em fertilidade do solo, luz e permeabilidade do substrato.

Seu cultivo é relativamente simples para o jardineiro amador. Há muitas ofertas em tamanho de plantas, desde as mini-rosas até as flores maiores.

Há daquelas que se colhem para buquês e vasos até as que ficam somente bonitas em grandes cachos de flores no jardim e que se despetalam facilmente.

Escolha Bem os Vasos para Plantar as Rosas

Seu cultivo em vasos permite a ornamentação de espaços em sacadas, terraços, lajes planas e pequenos jardins.

Os efeitos ornamentais ficam por conta do tipo de recipiente e das flores, já que o arbusto em si não é atrativo.

Vasos de cerâmica queimada, na cor natural ou pintados, de cimento simples pintados ou decorados com mosaicos e os de material plástico.

Não nos referimos ao vaso de cultivo preto ou marrom, mas aos que agora estão em oferta, com colorido e imitação de granito, vime ou madeira, leves e eficientes.

O conselho é usar suporte com rodinhas sob o vaso, assim quando a planta entrar em dormência no outono será realocada para um recanto menos visado do espaço.

Dicas para que suas Rosas Floresçam

 

A luminosidade é importante para uma boa floração da roseira.

Coloque sua muda ao sol, para incentivar a floração.

A concorrência de nutrientes é muito grande, a roseira não suporta ser cultivada junto com outras plantas, então dispense conjuntos de plantas com elas.

Se achar o solo do vaso pouco ornamental cubra com pedriscos ou casca de pinheiros bem lavados.

 

Como Plantar Roseiras em Vaso

O plantio em vasos é feito da mesma forma que para outros tipos de arbustos: usar húmus de minhoca, que tem um pH um pouco mais alcalino que beneficia a roseira.

Para uma boa drenagem usar areia, na proporção de 4 partes de substrato para uma parte de areia.
Adicionar adubo de aves, cerca de 150 gramas por vaso de tamanho médio.

Se o recipiente for de cerâmica ou cimento será conveniente a proteção interna das paredes com uma substância de vedação para concreto usadas na construção civil. Adquire-se em lojas de materiais de construção.
Passar duas camadas, deixa secar bem para a volatilização dos solventes. Proteger o fundo do vaso com pedrinhas ou um pedaço de geomanta. Colocar um punhado de areia para aumentar a permeabilidade das regas. Colocar parte do substrato.

 As roseiras costumam vir de viveiros em sacos plásticos ou vasos de cultivo: cortar o recipiente evitando ao máximo danificar as raízes. Acomodar o torrão no vaso, preencher as laterais com a mistura feita de substratos.

Apertar de leve para compactar um pouco. Regar bem.

A roseira não aprecia encharcamentos, as regas logo após o plantio servem para aclimatar a planta no local, depois espaçar e diminuir a quantidade de água.

fonte:delas.ig

 

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10/10/2017

Repaginando o escritório: invista em plantas para ambientes internos


Conheça os benefícios de ter plantas no ambiente de trabalho e veja algumas dicas de espécies para renovar o espaço corporativo

Um ambiente de trabalho onde os funcionários se sentem bem faz toda a diferença! E quando esse ambiente ainda consegue ser bonito, agradável e ainda estimular a criatividade e produtividade dos funcionários? Esses são alguns dos benefícios que você consegue ao optar por plantas e flores no ambiente de trabalho.

Aqui você confere alguns dos benefícios de trazer a natureza para o lado de dentro do escritório e mudar não só a aparência do local, mas também a vida das pessoas com quem você divide a rotina.

Outro fator importante apontado por uma pesquisa da NASA, é que as plantas conseguem reduzir produtos químicos e tóxicos do ar que são emitidos por móveis, tapetes e outros objetos de escritório.

Você vai perceber que essas mudanças também demonstram uma preocupação do empregador em proporcionar uma área corporativa mais agradável aos funcionários.

Conheça agora algumas das vantagens de ter plantas perto de você durante o trabalho:

Mais produtividade

Por incrível que pareça, as plantas conseguem interferir nesse fator. Diversos estudos apontam que profissionais que trabalham em ambientes com flores e plantas conseguem ter maior produtividade e criatividade.

Outro estudo também aponta que as plantas no ambiente de trabalho são capazes de aumentar o envolvimento físico, mental e emocional dos funcionários com o trabalho em desenvolvimento.

Foi constatado ainda que o verde influencia diretamente o humor dos funcionários. De acordo com uma pesquisa da Universidade do Texas, quem tem plantas no escritório se mostra mais satisfeito com o trabalho que aqueles cujo espaço de trabalho não tem plantas ou vistas para espaços externos.

Uma alternativa quando não se tem plantas no interior é o ambiente de trabalho voltado para a área externa com árvores e plantas. Elas ajudam a reduzir a tensão e dores de cabeça, podendo ter impacto direto nos afastamentos por motivo de doença.


Redução do estresse

Uma outra pesquisa revelou que as plantas atuam também reduzindo o estresse dos profissionais. A pesquisa, desenvolvida na Universidade de Surrey, no Reino Unido, avaliou a frequência cardíaca e a pressão arterial dos profissionais que fizeram um teste considerado difícil em ambientes com plantas e sem plantas.

Os resultados dos que trabalham no ambiente verde foi bem superior ao outro. Isso porque os profissionais são influenciados positivamente pelas plantas sobre a percepção do espaço corporativo.

 

Melhora a aparência do ambiente

Sem dúvidas, o verde das plantas e elementos naturais modifica a atmosfera do ambiente. Você pode deixar seu espaço com muito mais charme e elegância ao agregar espécies, vasos e objetos decorativos. Outras soluções, como os muros verdes, são mais vistosas e modificam ainda mais a impressão do lugar.

Quando for compor o novo espaço, dependendo do seu objetivo e da destinação do ambiente, você pode escolher vasos grandes no chão ou vasos pequenos pendurados, presos na parede ou sobre mesas.

A escolha dessas peças, de acordo com a proposta do ambiente que está sendo montado, pode agregar elegância e originalidade.

Escolhendo as plantas para seu espaço de trabalho

Se você vai incorporar o verde para seu escritório, é importante levar em conta as plantas para ambientes internos e espécies que se dão bem com as condições disponíveis. Confira agora algumas dicas de plantas para ambientes internos.

Lembrando que é importante escolher um lugar fresco e arejado, de preferência longe dos aquecedores e/ou ar condicionado.

Astromélia (gênero Alstroemeria)

Parecida com os lírios, essas flores dão um toque ornamental a qualquer ambiente devido às suas belas flores. Devem ser cultivadas à meia sombra, sem incidência direta do sol e, com adubagem frequente, conseguem se desenvolver rapidamente.

Azaleia (gênero Azalea)

Encontrada em diversas tonalidades como rosa, branca e vermelha, florescem na primavera e murcham pouco tempo depois. Não precisam de tanto sol e se dão bem à meia sombra.

Orquídeas (família Orchidaceae)

Como precisam de bastante luz indireta, em ambientes fechados devem ficar próximo às janelas. Para fazê-las crescer e florescer de forma saudável, fique atento à adubação correta e aos cuidados com a rega, já que água em excesso pode matá-las.

Palmeira ráfis (Raphis excelsa)

Uma das espécies mais usadas em interiores devido à sua adaptação ao ambiente, esta planta possui diversos caules que são parecidos com um bambu e folhas plissadas bem próximas. Adapta-se a todo tipo de iluminação, porém é importante que seja regada com frequência, mas cuidado para não encharcar o solo e apodrecer suas raízes.

Espada de São Jorge (Sansevieria trifasciata)

Sobrevive em condições desfavoráveis, aguenta extremos de alta e baixa temperatura, desde que aconteçam de forma esporádica. Segundo a NASA, purifica o ar eliminando substâncias como benzeno, xileno, formaldeído e tricloroetileno.

A jiboia é uma ótima alternativa por ser resistente e ainda ajuda a purificar o ar

Jiboia (Epipremnum aureum)

Um planta folhosa, bem popular e fácil de ser obtida. É muito resistente e não requer grandes cuidados, por isso é bastante utilizada em escritórios, comércio e locais públicos. Adapta-se facilmente a temperaturas entre 17°C e 30°C e só é preciso regá-la quando a terra estiver seca. Também é eficaz na absorção de formaldeído, xileno e benzeno.

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11/09/2017

Dicas de manutenção de jardins. Falta de conservação pode sair caro

Os jardins do condomínio são áreas importantes para o convívio dos condôminos e para a valorização do patrimônio.

A falta de uma manutenção adequada pode, por exemplo, comprometer toda a estrutura, o solo e as plantas do jardim. E ter que refazer um jardim inteiro não é algo barato. 

Veja abaixo dicas simples que vão da compra de plantas à manutenção dos jardins. Oriente seus funcionários e confira junto à empresa que faz a manutenção se as dicas abaixo estão sendo seguidas.

Rega

As orientações do paisagista ou do vendedor da planta são fundamentais para definir quantas vezes ela deve ser regada. Caso não tenha, confira essas dicas:

As plantas expostas ao sol podem ser regadas de uma a duas vezes por semana, mas sempre com bom senso. É importante observar a reação da planta para, com o tempo, regá-la mais ou menos

Vasos internos normalmente não exigem tanta água como as plantas que ficam no sol.

As jardineiras que ficam em locais mais altos ou com grande circulação de vento precisam de mais atenção, já que, normalmente precisam de mais água para não ficarem secas.

No verão, na primavera e em períodos mais quentes, as plantas devem ser regadas em dias alternados. Já nas estações mais frias, elas devem ser regadas com menos freqüência. 

Manutenção

O responsável pelo jardim deve estar sempre atento às plantas daninhas. Elas podem ser retiradas de maneira mecânica, com a mão ou com uma pequena enxada mesmo.

A terra precisa ser adubada de três a quatro vezes por ano. Cada planta exige um tipo de adubação, por isso, procure orientações com profissionais para não errar o tipo de adubo e a quantidade. 

Uma vez por mês é importante que um profissional especializado aplique venenos específicos nos jardins para combater fungos e pragas. Se feito de maneira errada, esse processo pode causar a morte das plantas e até colocar em risco a saúde de quem fez o trabalho e dos moradores.

O processo da poda também exige cuidados e algum conhecimento técnico, já que ele pode levar a planta à morte. O ideal é que sejam podados por um jardineiro. Já as que serão moldadas, como os buxinhos, podem ser podados com mais facilidade e sem riscos

Não acrescente uma nova planta ao jardim do condomínio aleatoriamente. Lembre-se que as plantas não crescem só para cima, mas também para baixo. O tamanho e o tipo da raiz podem trazer problemas sérios à estrutura dos prédios e casas.

Independente da estação do ano, a manutenção nos jardins em condomínios de pequeno a médio porte deve ser feita uma vez por mês, mais especificamente nos períodos de estiagem ou seca quando a irrigação é um procedimento importante a ser realizado periodicamente.

Deve-se observar as necessidades de cada espécie, de acordo com a época, pois cada uma necessita de adubos e fertilizantes específicos

Tratamentos contra pragas e doenças merecem atenção especial porque podem comprometer qualquer jardim.

As podas devem ser feitas sempre quando a espécie estiver com folhas e galhos grandes, ou quando essa apresentar galhos secos ou doentes.

O inverno é a estação climática do ano que mais afeta as plantas, por isso é importante que o gramado seja coberto com substrato ou terra mista peneirada para manter a umidade e fortalecer o sistema radicular, além de realizar as podas de limpeza.

É no outono que deve ser feita à limpeza de canteiros e a adubação química específica; primavera e verão são as épocas para poda da grama, novas adubações químicas peculiares a cada espécie e correção do pH do solo caso haja necessário.

Prestar atenção na primavera e no verão, quando as doenças e pragas surgem devido ao clima mais quente e início das chuvas.

Sempre é necessária a renovação da quantidade de matéria orgânica do solo, bem como a correção de possíveis irregularidades.

Compra

Cada espécie de planta exige cuidados específicos, por isso, quando for comprar uma não se esqueça de esclarecer se:

A planta prefere o sol ou a sombra

Quantas vezes por dia ela deve ser regada

Qual a melhor maneira de plantá-la

A planta é perene ou tem fases

Evite comprar sementes, elas demoram muito para germinar e as outras plantas acabam crescendo mais rápido e ocupando seu espaço.

Na hora de escolher uma muda, prefira as que estão mais floridas e com as folhas mais vigorosas e sem manchas. Não se esqueça de olhar com atenção se nenhuma tem insetos que podem ir para outras plantas e causar problemas. 

Indicações

Algumas árvores grandes devem ser evitadas nos condomínios, como: flamboyant, mangueira, coqueiro anão e palmeiras. Lembre-se que o tamanho vertical de suas folhas também deve ser levado em conta, além da raiz.

Para vasos, algumas espécies têm manutenção simples e seus arbustos podem ser moldados com uma poda rápida, como: buxinhos, fícus para vasos e eugênias.

Uma boa opção para quem tem pouco espaço mas quer estilo são árvores frutíferas de pequeno porte, como: acerola, pitanga e romã.

Flores são sempre uma boa opção para os locais pequenos, já que suas raízes não precisam de muito espaço.

Uma boa dica para ter um jardim sempre florido é ter pés de diversas plantas, mas que florescem em diferentes épocas do ano.

Na hora de escolher a planta, evite as que têm espinhos e que são venenosas, como espirradeiras, espadas de São Jorge e comigo-niguém-pode. As que soltam um líquido quando a folha se quebra também não devem ser usadas, elas podem causar queimaduras.

Fontes consultadas: Valéria Moreno - paisagista; Roselaine Sekiya - docente do curso técnico de paisagismo do Senac São Paulo; Conteúdo SíndicoNet

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09/09/2017

Confira dicas para fazer um jardim perfumado

Algumas combinações de aromas podem dar um efeito todo especial

Jasmins, gardênias, laranjeiras… Alguns trechos da cidade são marcados pelos aromas de suas plantas. Que tal levar todo esse perfume para a sua casa? As paisagistas Ana Iath e Sônia infante dão dicas de algumas espécies para perfumar a varanda, o jardim ou um cantinho da sala. Algumas combinações de aromas podem dar um efeito todo especial

Jasmins, gardênias, laranjeiras… Que tal ter em casa o perfume dessas plantas? As paisagistas Ana Iath e Sônia Infante dão dicas de algumas espécies para perfumar a varanda, o jardim ou um cantinho da sala. Algumas combinações de aromas podem dar um efeito todo especial.

Jasmins:
Esta família de plantas apresenta várias possibilidades de aromas. Para quem tem um imóvel com uma varanda pequena, aconselha-se um vaso com o jasmim-do-cabo. Essa planta de médio porte desabrocha suas flores brancas na primavera, exalando um perfume irresistível. Mas, se a varanda é espaçosa, o morador pode usar também trepadeiras, como o jasmim-dos-poetas, com floração entre o outono e inverno. Outra opção para quem mora em cobertura ou casa é uma linda árvore desta mesma família chamada jasmim-manga, que possui flores nas cores branca, rosa ou vinho.

Madressilva:
De perfume inigualável, a madressilva é uma trepadeira de florezinhas delicadas de coloração branca e amarela. Sua folhagem é verde escura e bastante densa. Cobre muito bem pérgolas, cercas, treliças, caramanchões e muros. Deve ser cultivada em lugares que recebam muito sol, em solo fértil, com boa adubação orgânica. E deve ser regada periodicamente, pois pode ela desidrata com facilidade, principalmente quando plantada em vasos. É tolerante ao frio e tem crescimento moderado.

Dama-da-noite:
Planta arbustiva com flores tubulares, de coloração creme-esverdeada, muito conhecida pelo aroma que exala à noite. Por ter aroma muito forte, não deve ser plantada próximo a janelas ou portas da casa. Para atenuar-lhe o forte perfume, deve ser plantada à meia-sombra, desta forma sua floração será menos intensa. Também é importante saber que esta planta é tóxica, devendo se ter muito cuidado com animais e crianças. Ela precisa ser plantada no chão, e não em vasos.

Manacá-de-cheiro:
Esta planta é um arbusto ideal para locais de clima ameno. Precisa receber sol. Suas flores mudam de cor – inicialmente azuladas, tornam-se brancas com o passar do tempo. Seu cheiro também é muito forte, é bom evitar a proximidade com quartos.

Viburno:
Arbusto lenhoso, muito ramificado de caule escuro. Suas flores são miúdas, brancas, e de aroma suave. São indicadas para canteiros e podem ser usadas em vasos.

Murta:
Espécie arbustiva com muitos ramos bastante usada como cerca viva devido às suas folhas, que são bem resistentes. É muito usada em arranjos de decoração.

Rosas:
Seus aromas já foram declamados em versos e prosas. As roseiras devem ser cultivadas em locais que recebam sol e sejam arejados. O aroma é exalado durante todo o dia. Pode ser combinada com lavanda.

Ervas aromáticas:
Se espaço é um limitador para se ter um pouco de aroma natural em casa, tenha vasos com ervas aromáticas – além de cheirosas, elas podem ser usadas na cozinha: alecrim, manjericão, coentro, hortelã e lavanda são algumas delas. Uma dica: Coloque um sachê de alecrim ou lavanda fresca em sua gaveta de roupas ou em seu armário para obter um efeito agradável (acredita-se que o alecrim e a lavanda ajudam a aliviar o nervosismo).


fonte:revista.zapimoveis

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24/08/2017

Dicas de paisagismo e jardinagem com piscina

A jardinagem é um recurso que podemos usar de várias formas diferentes. E o paisagismo e a jardinagem estão muito ligados. Nesse caso da decoração na área da piscina, pode parecer mais complicado do que realmente é. Umas das primeiras coisas a ser feita, é escolher o tipo de flores e plantas que vão fazer parte da decoração no seu jardim. Veja as principais plantas que você pode em uma jardinagem com piscina:

Evite plantas que soltem folhas facilmente

Sabemos que as plantas que tem folhas são bem bonitas e chamam bastante atenção. Porém essas mesmas plantas dão muito trabalho e deixam o local sujo com mais facilidade. É preciso pensar antes para não se arrepender depois. Se você tiver alguém que cuide do seu jardim e da piscina, ai não tem problema algum.

Paisagismo e jardinagem em pequenos espaços

Se você tem um espaço muito pequeno e não quer poluir o visual da sua piscina e do seu jardim, a melhor opção é colocar ambos perto, porém separados. Essa é uma estratégia para locais bem pequenos. A ideia é que a pessoa saiba que a piscina e o jardim estão ligados de alguma forma. Muitas das vezes as pessoas não sabem usar o espaço de forma inteligente, por isso o ideal é dar preferência ás flores. Elas chamam mais atenção e o custo benefício pode ser baixo.

Paisagismo e jardinagem e plantas ornamentais perto da piscina

Outra opção para deixar a área da piscina mais bonita, é fazer o paisagismo e jardinagem usando plantas ornamentais perto da piscina. Abuse de sua criatividade ou se preferir escolha um profissional para lhe orientar. Mais acredito que não seja uma tarefa tão complicada de exercer. Uma ótima dica para quem quer usar o paisagismo com plantas ornamentais é montar pequenos arbustos. Você vai conseguir um local bonito e bem montado. Se preferir poderá usar também plantas ornamentais como o lírio da paz. Ambos os exemplos deixam o jardim enfeitado perto de qualquer piscina. Vale á pena tentar.

Iluminação correta na parte da piscina

Outra dica legal para quem quer montar o paisagismo com piscina, é a iluminação que fará toda diferença na parte da noite. Caso você não atente a isso, o paisagismo só vai aparecer durante o dia. Uma dica muito legal também, é usar luz dentro da piscina. Ou se preferir escolha seu jardim para essa função e coloque uma luz que clareie até a parte da piscina.

Siga essas dicas e arrebente no paisagismo e jardinagem com piscina!


decorandocasas.com.br

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